Literatura para os pais


A magia da leitura

Olá casamenteiras, tudo bem?

Eu não sei vocês, mas como uma boa curiosa eu AMO ler. É uma das coisas que eu mais sinto falta desde que as crianças nasceram. Antes deles eu lia pelo menos uns 15 livros por ano, de todos os tipos, biografias, romances, policiais, ficção científica. Simplesmente me perco dentro da história imaginando tudo, para mim é mágico mesmo. Depois que eles chegaram eu reduzi o ritmo em quase zero e os assuntos também estão quase que 100% relacionados a assuntos infantis.

Mas a excelente notícia é que agora com quase um ano e nove meses eles estão começando a se interessar por histórias, e isso me anima em um grau que vocês não imaginam! Poder ler para eles e principalmente, passar para eles o gosto pela leitura está sendo quase tão prazeroso quanto ter tempo para ler os meus livros “de adulto”.

A leitura é um hábito maravilhoso para todas as idades. Com ela aguçamos a curiosidade e a criatividade. É interessante quando lemos um livro que vira filme, eu sempre fico curiosa para ver se o ator ou a atriz vai se parecer com o que eu tinha imaginado na minha cabeça, ou se as paisagens e o clima geral vão lembrar em alguma coisa aquele meu livro companheiro.

Para as crianças, o hábito pode auxiliar em diversas frentes. Podemos por exemplo abordar um tema referente a educação, mostrar um ponto importante através de uma história. A Nina por exemplo, desde que aprendeu a falar a palavra “dodói” ela inventa uns dodóis só para ganhar uma atenção a mais ou um beijinho. Comecei a contar bem rápido para ela a história do Pedrinho e do Lobo. Sempre que ela “mente” sobre um dodói eu conto essa história, explicando sempre, para que ela faça a conexão com a mentirinha dela.

Podemos também abordar os medos, suavizar estes medos com personagens, enfim, é literalmente um mundo infinito, que se soubermos usar e incentivar pode se tornar uma ferramenta extremamente útil.

 

Fonte: Dollar Photo Club

Fonte: Dollar Photo Club

 

Andei pesquisando pela rede algumas dicas para o momento da leitura e vou compartilhar aqui com vocês.

– Leia a história antes de contar. Assim você já identifica os momentos mais tensos, alegres e pode adequar o seu jeito de contar para ficar mais interessante.

– Se for inventar uma história, tente pensar um pouco no enredo antes de começar. As crianças percebem quando ficamos confusos e ficam muito felizes quando percebem que você separou um tempo do seu dia para pensar e dedicar a ele.

– Leia histórias adequadas para cada idade. Quanto menor a criança, mais rápida e objetiva a história tem que ser.

– Crianças pequenas também gostam muito de se identificar com a história. Talvez seja bacana descrever a personagem com características da criança, cabelos, cor da pele. Se vocês tiverem um gatinho por exemplo, que a princesa ou o príncipe da história também tenha um bichano.

– Não existe idade certa para começar a ler! Claro que existe a idade em que eles começam a prestar 1 minuto de atenção. Aqui em casa está começando agora com 1 ano e 9 meses.

– Criar um clima também é bem legal. Começa a fazer parte do ritual do sono por exemplo. Todos na cama, com a luz baixa ou uma vela por exemplo.

– Termine sempre a história. Nada de terminar no dia seguinte, isso deixa os pequenos muito ansiosos.

– Entregue-se a magia dos livros! Faça vozes, sons, caretas, use acessórios. Quanto mais você se jogar, mais seu filhote vai se envolver e amar!

Mais uma coisa importante, crianças aprendem muito mais através do exemplo. Leia você também! Que o seu filho te veja lendo e curtindo o momento. Ele vai querer te imitar sempre, que seja com um hábito tão legal quanto esse.

Se quiserem dicas de livros, autores, sigam a @mamae_leitora no Instagram. Adoro seguir o insta dela, me inspira sempre!

Espero ter ajudado vocês a correrem para a livraria!

Beijos Kaká

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O que ensinar seu filho sobre crianças especiais?

E como lidar com as perguntas que os filhos fazem…

Olá meninas, tudo jóia?

No último sábado, 21/03 foi o Dia Internacional da Síndrome de Down e certa vez, navegando pela internet eu me deparei com um texto maravilhoso de uma mãe que tem filhos especiais. No texto ela fala sobre como é frustrante ver a reação de outras mães, as que não tem filhos especiais, quando acontece um encontro em um parquinho, padaria, na rua.

Fonte: Dollar Photo Club

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Ela teve a idéia de perguntar para outras mães de crianças especiais como elas gostariam que as pessoas reagissem aos filhos delas. E eu achei isso tão interessante! As crianças não tem as travas psicológicas que nós adultos infelizmente cultivamos ao longo da vida. Crianças são curiosas, perguntam e dizem coisas em público que são capazes de corar a mais cara de pau das mães! Disso todos sabemos, mas como podemos mostrar aos nossos filhos que ser diferente é normal? Que aquela criança em uma cadeira de rodas ou com aqueles lindos olhos puxadinhos, característicos da Síndrome de Down adoram se divertir, brincar no parquinho e provavelmente amam a Peppa Pig tanto quanto eles?

Vejam só as respostas maravilhosas que estas mães deram e inspirem-se para responder as perguntas dos pequenos de uma forma direta e principalmente, incentivando-os a conhecer e brincar com aquela criança diferente. Diferente? É uma criança! E com certeza será uma experiência maravilhosa para ambos.

O texto foi escrito originalmente pela mãe blogueira Ellen Seidman do blog Love that Max e traduzido pela Andrea Werner Bonoli do blog Lagarta Vira Pupa. Leiam essa pérola aqui!

Fonte: Dollar Photo Club

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E para vocês verem, que quando crianças não temos preconceito nenhum, somos todos puros, vejam no link abaixo uma campanha maravilhosa da Associação Noémi chamada The eyes of a child (O olhar de uma criança – tradução nossa), que nos convida no final para ver as diferenças com o olhar de uma criança. É lindo!

Vamos tentar ver o mundo com os olhos de uma criança? E vamos mostrar aos nossos pequenos o quão sábios eles já são por ver as coisas dessa maneira linda?

Beijos!

 

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Ensinando seu filho a dormir

Sério, estou impressionada com as dicas da “A Encantadora de Bebês“. Pode parecer besta, mas este livro mudou a minha vida, e a do meu filho também. Eu postei já no Instagram a capa do livro com este comentário e foi o maior bafafa… leitoras dando suas opiniões e dizendo que cada bebê é um, etc e tal. Concordo totalmente, cada bebê é único, mas vou dar o meu depoimento aqui.

Comprei o livro durante minha gravidez e comecei a ler. Parei. Não consegui aplicar as técnicas do E.A.S.Y (comer, atividade, dormir, você) no Rafael, achava impossível colocar um recém-nascido numa rotina assim, não funcionava pra mim. A tal Refeição dos Sonhos nunca adiantou… Meses foram se passando e nada do Rafael dormir direito. Até que ele completou 8 meses dia 1/4, e eu decidi que estava na hora de agir! Peguei o livro e li todos os capítulos que me interessavam.

A situação era a seguinte:

Rafael, 8 meses, conseguindo ficar sem mamar, aproximadamente, 6 horas durante a noite, mas acordando de 1 em 1 hora e praticamente dormindo apenas no colo. Ficava no colo cerca de 40 minutos, quando ia para o berço acordava. E assim era a noite inteira. As sonecas durante o dia não existiam… as vezes 30 minutos, as vezes 20. E o menino passava bocejando. Um dia tomava banho e depois jantava, outros jantava e depois tomava banho. Rotina ZERO. Culpa de quem: da mãe, é claro! Ou seja: MINHA!

Então na noite do dia 31/03/2012 resolvi agir!

Li com todo atenção do mundo o capítulo sobre a técnica PU/PD (pegar e colocar no berço) e comecei a empregá-la naquela noite. O Rafael saiu do banho, dei mama e o coloquei para dormir – direto no berço. Nunca tinha feito isto antes e, é claro, ele chorou. A técnica consiste em não deixar o bebê chorar, mas assim que ele pára a gente deve colocá-lo imediatamente no berço (conheça o choro do seu bebê; conheça o choro mantra – vou fazer um post). E assim eu fiz – demorei 50 minutos (intermináveis) para conseguir fazer o Rafael dormir, peguei ele mais de 15 vezes. Durante este tempo falava com ele, explicava o que estava acontecendo: “a mamãe está aqui para ajudar o Rafa a dormir, eu sei que você está cansado e não consegue pegar no sono, isto é chato mesmo…”. Segue relatório da primeira noite:

  • 19:30 – 20:18: PU/PD (50 minutos)
  • 21:50: despertou, mas adormeceu em 5 minutos sem eu pegar no colo
  • 00:15 – 00:30: ficou no berço
  • 0:30 – mamou porque durante o dia não apliquei a rotina certinha. Arrotou e coloquei no berço
  • 00:55 – dormiu
  • 4:05 – 4:35: acordou xixi, troquei a fralda. PU/PD 5x (30 minutos)
  • 4:41 – 4:47 PU/PD  (6 minutos)
  • 6:35 acordou

.

No dia seguinte, apliquei a mesma técnica para as sonecas, e o Rafael conseguiu descansar direitinho durante o dia. Na segunda noite já foi bem mais fácil o moço pegar no sono, apenas minutos. Segue relatório da noite 2:

  • 19:00 – banho
  • 19:10 – mama
  • 19:30 – coloquei no berço e dormiu
  • 22:55 – despertou, coloquei a chupeta sem tirar do berço
  • 23:20 – despertou, coloquei a chupeta sem tirar do berço
  • 00:45 – 1:50: PU/PD (55 minutos)
  • 5:49 – 6:01: só coloquei a mão nele e voltou a dormir
  • 6:43 – 6:46:  só coloquei a mão nele e voltou a dormir
  • 7:01 – bico
  • 7:16 – acordou

.

Como vocês podem ver através dos relatórios, criei um diário no qual anoto tudo que acontece durante o dia. Hora das sonecas, refeições, quanto tempo demorou para pegar no sono, etc. É fundamental fazer estas anotações, principalmente para vermos o progresso. Fiquei impressionada com a capacidade de aprender rápido que as crianças têm e de como é importante e necessário a rotina na vida desses pitocos.

Já faz quase um mês que o Rafael entrou neste ritmo, e agora ele acorda à noite no máximo uma vez porque caiu a chupeta ou porque passou xixi da fralda. Ele mama as 19:00 ou 19:30 após o banho e depois só as 6:00. Durante o dia tira duas sonecas de no mínimo 1 hora. Depois do banho está exausto e não gosta mais de se acomodar no colo para dormir, enquanto seguro ele para arrotar, depois de ter mamado, explico que já vou colocá-lo na caminha, que só estou esperando o arroto, mas que sei que ele quer ir se acomodar na cama que é muito gostosa. Percebo que meu filho está mais seguro e independente, fica numa boa no pula pula, sem precisar ficar no colo o tempo inteiro. Tenho certeza que o fato dele ter aprendido a dormir sozinho ajudou para que ele se sentisse assim!

Segue relatório da última noite:

  • 19:30 – banho
  • 19:40 – mama
  • 19:50 – 20:05: dormiu no berço (vai se ajeitando e dorme sozinho)
  • 23:00 – troquei a fralda com ele dormindo, pois toda noite tem passado xixi para roupa
  • 3:00 – 3:15: despertou, mas dormiu sozinho no berço
  • 6:00 – acordou

Fica aqui o meu depoimento para as mães desesperadas e exaustas que não enchergam luz no fim do túnel. Esta luz existe, viu? Só precisa de perseverança e paciência. O resultado é surpreendente!

obs.: O meu livro é o da capa rosa, valeu muito a pena comprar!!! Quer comprar? Clique aqui.

Fotos: reprodução

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Literatura para grávidas

Assim que descobrimos a gravidez, logo em seguida a cabeça fica cheinha de perguntas. Cheinha mesmo! Queremos saber tudo o que está acontecendo dentro da barriga e não queremos que nenhum detalhe passe despercebido. O que dá uma baita ajuda é…ler sobre o assunto!

As estantes das livrarias estão recheadas de títulos sobre gravidez e bebês, mas quais que realmente valem a pena? A seleção do Casamenteiras é a seguinte:

1. O que esperar  quando você está esperando, de Heidi Murkoff e Arlene Eisenberg: está há décadas na listas dos livros mais vendidos em vários países, inclusive por aqui. Traz resposta para a maioria das dúvidas. Explica tudo de maneira fácil e detalhada, com tabelas, ilustrações e listas. Gosto que abrange também temas como cuidados práticos no pós parto e amamentação. Para depois que o bebê nascer, tem a continuação: O que esperar do primeiro ano. Aprovadíssimo!

2. Nave Mãe, de Tanise Dvoskin: quando engravidou, a jornalista Tanise começou a escrever uma coluna semanal sobre o assunto no jornal gaúcho Zero Hora. Com textos sentimentais e delicados – mas nada piegas – qualquer grávida se enxerga nas situações narradas. Além de escrever no jornal, Tanise também criou um blog, no qual dividiu dúvidas com os leitores. O resultado desses dois anos de trabalho estão no livro Nave Mãe.

3. Segredos de uma Encantadora de Bebês, de Tracy Hogg: Esse é indispensável! Deveria ser distribuído junto com o resultado positivo do HCG. A super babá Tracy ensina como lidar com o recém nascido e colocá-lo em uma rotina, gerando segurança nos pais, tranquilidade no bebê e paz na casa. A Encantadora também ensina a distinguir os tipos de choro, a diferenciar os tipos de personalidade de cada bebê e como deixar as noites mais tranquilas.

4. O Chá de Bebê de Becky Bloom, de Sophie Kinsella: esse foi dica da Kaká. Lemos juntas durante a minha gravidez e é um livrinho de ficção bem leve, para distrair mesmo. Bom de levar para ler enquanto espera a consulta com o obstetra, ou antes  exame da glicose.

E vocês, meninas? Quais livros recomendam? Que tal fazermos uma discussão lá no Clube?

Por: Magali Gonçalves

Imagens: Divulgação

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