Alimentação dos pequenos


Alimentando os pequenos: dicas para facilitar a hora das refeições

Olá, Mamães Casamenteiras!

Hoje trazemos para o blog um tema recorrente na vida das mães: a batalha na hora de alimentar as crianças. É inevitável que toda criança tenha fases mais complicadas quando o assunto é alimentação, mas tudo pode ficar mais fácil com um pouco de criatividade e com algumas dicas.

É essencial ter em mente que não bastar fazer a criança comer, mas comer de forma saudável e balanceada. Reunimos algumas dicas para tornar a hora em volta da mesa mais prazerosa para os pequenos e para os pais. Confira!

Sentar à mesa:

Apesar de cada vez mais raro, o momento em volta da mesa é muito importante para a criança. Ela deve entender que hora de comer é hora de comer, de preferência sem distrações, como TV, videogame, tablet, etc. Envolva os pequenos nas conversas e mostre que a presença deles ali é muito bem-vinda.

Café da manhã:

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, então incentive esse hábito desde cedo. Inclua carboidratos (pães integrais ou torradas), proteínas (queijos) e reguladores (frutas) no cardápio da criança.

Rotina e horários:

Estabeleça horários e uma rotina para as refeições: assim como os adultos, é indicado que as crianças façam 6 refeições diárias.

Frutas, verduras e legumes:

Procure incluir este alimento desde cedo na alimentação da criança, para que ela se habitue aos sabores.

Beleza na mesa:

Nós adultos adoramos um prato bonito, não é mesmo? As crianças também! Use a criatividade e monte pratos divertidos, coloridos e bonitos para os pequenos. Assim, eles ficarão mais abertos a experimentar novos sabores e a curtir o momento da refeição. Para inspirar, selecionamos algumas ideias legais de pratos divertidos e nutritivos para as crianças. Confira na galeria de fotos!

E aí? Gostaram das dicas? Como você cuida da alimentação do seu filho? Conta pra gente aqui nos comentários. :)

Beijos,
Equipe Casamenteiras.

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10 snacks saudáveis para todas as ocasiões

Oi Casamenteiras, tudo lindo?

Como essa semana o tema do outro post foi alimentação saudável, eu pesquisei alguns lanchinhos deliciosos, lindos e saudáveis que podemos oferecer para os nossos pequenos sem culpa no dia a dia ou em festas e dias especiais!

Vem se inspirar! ;)

Sorvete de arco-íris – sucos de frutas coloridos e deliciosos

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Banana com iogurte congelado.

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Maçã chips – Só assar as fatias no forno! Banana também fica uma delícia feita assim, o segredo é cortar as fatias bem fininhas.

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Picolé de frutas e iogurte… uhmmm. Pode substituir o iogurte por água de côco que também fica maravilhoso.

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Formato diferente para o pãozinho integral de sempre! Cortadores divertidos vocês encontram em lojas de utensílios para cozinha e no AliExpress tem aos montes, um mais bacana que o outro.

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Balas de gelatina divertidas! Procurem tutoriais no YouTube, é super fácil de fazer.

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Embalagem fofa que pode ser até lembrancinha de festinha.

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O famoso picolé de melancia.

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Pirulito de kiwi com chocolate, funciona com várias frutas! E um chocolatinho as vezes não faz mal a ninguém! ;)

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Filhote não curte tomar água? Que tal incrementar? Um nome divertido também ajuda, água das princesas, fadas, água do hulk e por aí vai…

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Com muita paciência e criatividade conseguimos oferecer tudo fresquinho, saudável e lindo!

Beijos e Bom final de semana!

Kaká

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A difícil tarefa de alimentar

Olá casamenteiras, tudo bem?

Desde que começamos a introdução alimentar aqui em casa, é uma montanha russa de sentimentos.

No começo é aquela expectativa, será que eles vão comer? Normalmente esse começo é difícil, mas é impressionante a satisfação que um prato vazio consegue causar no coração de uma mãe. Essa questão de se alimentar bem deve estar inscrita nos nossos instintos mais primitivos, pois é unânime não é? Toda mãe que eu conheço fica muito feliz quando o filho come bem e por outro lado fica em pânico quando o filho para de comer.

Crianças comendo

Ao longo desses dois anos tivemos fases em que os dois se alimentaram maravilhosamente bem, comeram tudo sem nem querer saber o que é, e fases tenebrosas de semanas com brigas homéricas na hora da refeição. É o meu ponto fraco, eu admito, o que me tira do eixo são os chiliques na hora da refeição, ver os meus pequenos sem comer direito por dias seguidos me tira do sério. Isso foi uma das coisas que me surpreendeu na maternidade, nunca imaginei que eu fosse ficar tão brava por causa de alimentação, mas é.

Hoje eu entendo perfeitamente as mães que num ato de desespero, oferecem qualquer coisa (nuggets, macarrão instantâneo, bolacha recheada) para os seus filhos comerem, é muito aflitivo saber que o seu pequeno não tem nada no estômago, é um instinto mesmo, precisa se alimentar e ponto!

Temos um mundaréu de informação hoje, sabemos que essas fases existem, e a importância de não ceder às vontades dos pequenos, mas ninguém me disse que ia ser tão difícil e desgastante.

Desde o começo, eu tenho uma regra minha, que é não ceder. Meu mantra é “eu sou mais madura para decidir o que é melhor, e sou eu que mando nessa casa!”. Por ter optado pela rigidez eu enfrento olhares de reprovação por todos os lados, mas no meu coração eu fico tranquila, sei que é o melhor para eles, e graças a Deus o marido tem o mesmo pensamento e apoia cem por cento.

Eu briguei muito, muito mesmo nessas fases de boca fechada, mas de uns tempos para cá tenho agido diferente. Levando em consideração a máxima do pediatra “ninguém morre de fome na frente de um prato de comida”, eu não brigo mais. Sentamos para comer, começou o chique por que não quer comer? Tudo bem! Eu explico que aquela é a refeição do dia, aquele é o papá que tem para hoje, que se não comer vai ficar com fome e toco o dia normalmente. Dói meu coração, mas eu não ofereço mais nada até a próxima refeição, só água. Funciona que nem mágica! Quando eles “chilicam” na hora do almoço, o jantar é uma refeição de comercial de margarina! Bocas abertas para todos os lados, felizes e sem reclamar de nada! O que a fome não faz!

As únicas exceções acontecem quando eles estão doentinhos, aí eles comem o que conseguirem e na hora que conseguirem, também me permito afrouxar as rédeas em viagens onde normalmente a rotina toda vai para o espaço, mas no dia a dia é esse o esquema na minha casa.

As nossas células tem memória, e até os dois ou três anos é quando criamos a memória das nossas preferências de alimentação, por uma questão de instinto de sobrevivência, todos nós damos preferência a sabores mais doces, lá nos tempos das cavernas, isso era importante para não comer nada que pudesse fazer mal. É natural que as crianças torçam o nariz para os verdinhos e prefiram as bolachas recheadas, é instinto, e é muito forte, mas eu acredito de coração que se nós apresentarmos apenas alimentos saudáveis nessa primeira fase da vida deles, existe uma chance grande de eles seguirem se alimentando melhor pela vida toda.

bebê comendo banana

O poder de oferecer uma alimentação saudável está totalmente nas nossas mãos. Outro dia eu vi em um desses grupos de mães no Facebook uma mãe desesperada pelo filho de três anos que não tomava água de jeito nenhum, ela dizia que ele só toma refrigerante e suco, nada de água. Fiquei pensando nisso e poxa gente, sem julgamentos, mas o pequeno tem três anos! Ele não tem dinheiro para comprar refrigerante e suco, ele ainda nem consegue abrir a geladeira e se servir disso, alguém oferece, certo!? Com certeza essa mãe precisaria de muita paciência para gerenciar alguns chiliques, mas toda vez que ele disser que está com sede, eu ofereceria água, a criança vai jogar o copo no chão, gritar, espernear, mas a hora que a sede bater, vai tomar. E aí criar uma regra de refrigerante só aos finais de semana por exemplo, o ideal é nunca consumir não é? Mas falar é fácil, e talvez uma regrinha que restrinja o consumo seja mais tranquilo de implementar.

Enfim, saber que as fases de recusar comida existem e são totalmente normais, me dá tranquilidade para seguir com o pulso firme e não ceder às vontades dos pequenos, e principalmente reconhecer que uma criança não tem maturidade para saber o que é melhor para ela, e que é minha responsabilidade decidir e agir da melhor forma, me dá força para continuar nessa linha mais durona.

Uma ótima semana! Cheia de pratos vazios e barriguinhas cheias!

Beijos

Kaká

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Ômega 3 na gestação, lactação e infância

Olá casamenteiras, tudo jóia?

Quando eu estava grávida, tomei suplementação de Ômega 3 a partir do terceiro trimestre, eram muitos comprimidos por dia, eu pareço criança tomando comprimido, um por vez e sempre com cara feia. Mas por filho a gente faz tudo não é? Tomei direitinho e sem reclamar.

Cada vez mais aparecem estudos comprovando a importância do DHA (ômega 3) estar presente na alimentação de gestantes, lactantes, crianças e na verdade, de todos nós. Na fase da gestação, essa substância garante a boa formação do sistema nervoso e dos olhos. Existem estudos que comprovaram que crianças cujas mães ingeriram a quantidade indicada de DHA durante a gestação tem uma maior capacidade de raciocínio, resolução de problemas, parece que fazem mais ligações neurológicas. Não é incrível?

ômega 3

Na lactação, tudo que a mãe ingere vai para o bebê através do leite materno, durante os primeiros anos de vida, o cérebro se desenvolve de forma assombrosa, muito rápido, e se a criança consumir níveis adequados de DHA ela tem um desenvolvimento cognitivo e visual muito superior as crianças que não tem uma nutrição adequada. Para as mamães que dão fórmula, verifiquem a quantidade da substância na embalagem, a Associação Brasileira de Nutrologia sugere que deve haver de 0,2% a 0,5% na composição do leite artificial.

Após esse período, até a adolescência,  ainda existem partes do cérebro em formação, como o lóbulo frontal, o que deve manter as mamães de “bebês” de todas as idades atentas ao que vai ao prato. As principais fontes naturais de ômega 3 são os peixes de águas profundas, salmão, arenque, sardinha e atum. É importante verificar a procedência do peixe que iremos consumir, peixes criados em cativeiro, não tem altos níveis de ômega 3 quanto os peixes selvagens, que se alimentam de algas. O atum enlatado é uma ótima opção e é confiável. A forma de preparo também é importante, prefira cru, assado, grelhado ou ensopado, fuja do peixinho frito.

salmão - ômega 3

Além dos peixes, a semente de linhaça, castanhas, nozes e óleos vegetais como o azeite de oliva, e os óleos de canola e soja também são fontes importantes de DHA na nossa alimentação. O consumo de DHA recomendado por nutricionistas é de no mínimo 500mg por dia, uma lata de atum tem um pouco mais que isso. Aqui em casa eu cozinho o arroz sempre com umas três ou quatro colheres de semente de linhaça e outras sementes boas como gergelim, chia, altera pouco o sabor e turbina o arroz nosso de cada dia.

Se você achar que não vai dar conta de suprir a necessidade diária através da alimentação, fale com o seu médico e invista nos suplementos, tem ótimas marcas no mercado, eu sugiro tomar antes de dormir para evitar um gostinho desagradável de peixe que pode aparecer, mas vale muito a pena!

Espero ter encorajado vocês a dar um up na alimentação!

Um beijo,

Kaká

27 amaram

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