Segurança


App “Já Cheguei” e a loucura da saída das escolas

Oi Casamenteiras!

Ainda estamos em fase de procurar escola para as crianças. Eles fizeram dois anos agora em Agosto e pretendemos que eles comecem a vida escolar no início de 2015.

Comecei vendo escolas mais longe da minha casa, que precisariam de carro para levar e buscar, e agora estou vendo opções aqui pertinho, para evitar trânsito e a loucura toda da chegada e saída das escolas em São Paulo.

Não podemos negar que é uma loucura! Filas intermináveis de carros, mães e pais atordoados tendo que fazer tudo correndo, buzinas, tira e põe na cadeirinha, porteiros de escola com mega-fone na mão anunciando o nome da criança cujo pai ou mãe chegou, um caos! E isso, confesso que está pesando muito na nossa escolha.

Parece que alguém pensou em uma solução! Usando a cabeça e a tecnologia, a empreendedora Emily Yamaoka junto com seu sócio e programador José Kieling criou um app para celular que promete por um fim a esse problema!

O app se chama “Já Cheguei” e possui diversas ferramentas para auxiliar pais e escolas nesse momento tão crítico do dia.

app_já_cheguei

Sem que os pais precisem usar o celular, evitando assim uma infração de trânsito e o risco de acidente, o app através de geolocalizador, avisa a escola quando o responsável está próximo e envia um segundo sinal quando o carro entra na rua do colégio, criando uma “fila” de crianças para saírem na hora certa. Para tudo isso funcionar você precisa ter um plano de internet no seu celular, certo?

Para garantir a segurança são adicionadas informações como cor, modelo e placa do veículo, bem como foto da criança e do responsável. O app também conta com um botão de pânico para os pais acionarem caso esteja acontecendo algo perigoso fora da escola, como um assalto por exemplo e as crianças devem ficar seguras dentro da instituição.

app_já_cheguei

Essa ideia de gênio, já está sendo testada em vinte escolas de São Paulo, já tem um contrato fechado e pretende fechar com cinquenta escolas até o ano que vem.

Eu achei a ideia do mínimo interessante, e que vale fazer um teste e levar essa ideia para a escola que nós escolhermos. A questão de segurança em São Paulo está cada dia pior, e uma fila interminável de carros parados e ligados, prontos para partir é um prato cheio para roubos, não é?

chegada na escola

Bom, fica a dica para vocês também levarem essa ideia para a escola dos filhotes de vocês! Se quiserem saber mais sobre o assunto entrem no site jacheguei.com.br

Um beijo!

Kaká

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Tchau berço!

Olá casamenteiras, tudo jóia?

Quem me acompanha no Instagram (@mamaeconteudo), viu que na semana passada rolou um baita susto aqui em casa!

A Nina e o João já tinham aprendido há um tempo a pular um para o berço do outro. Mas nunca tinham nem tentado pular para fora do berço.

Na quinta de manhã, eu e o marido acordamos com um chamado e batidinhas na nossa porta e tchanan! Nina e João haviam pulado o berço. Eles acordaram e não deram nem um piu, não ouvimos nada na babá eletrônica. Pularam o berço que é muito alto e foram nos chamar.

Crianças na cama

Imaginem só o susto! Meu marido correu para a porta e já começou a apalpar a cabeça e corpinhos procurando algum machucado, mas graças a Deus não tinha nada.

Depois ainda tivemos a oportunidade de ver como eles fazem e até filmar para a posteridade…

Mães de gêmeos ou mais vão me entender, eles praticamente formam uma quadrilha da aprontação! Se unem para fazer essas maravilhas e causar mini enfartos na gente. Já contei neste post aqui, sobre quando eles começaram a pular um para o berço do outro e como eles se ajudavam. Ok, ok, faz parte, vamos que vamos.

O que eu quero contar para vocês é sobre o que veio após os pulos. Quando eles começaram a pular um para o berço do outro eu já comprei aquelas telas/ grades de cama que prendem embaixo do colchão sabem?

Mas eu confesso que estava com uma preguiça danada de passar eles para a caminha. Primeiro por que eu sei que eles vão aparecer no meu quarto, de manhã e possivelmente no meio da noite, e segundo porque eu estava com medo da transição.

quarto de gêmeos

Nós sempre colocamos eles acordados no berço e eles dormiam sozinhos tranquilamente. Mas nas férias de janeiro deste ano nós viajamos com eles e por motivo de logística mudamos o esquema. Nós dávamos banho, colocávamos eles no carrinho, mamadeira e pronto eles dormiam. Era só levar para o berço depois. Só que passamos um mês inteiro nesse esquema e eles acostumaram, então estávamos assim até hoje.

Eu não estava muito feliz com essa nova forma porque vira e mexe alguém acordava no percurso até o berço, às vezes se distraiam com alguma coisa na sala e não dormiam no horário, fora quando tinha alguém em casa, para tudo que agora eles vão dormir. Lembrando que meu carrinho de gêmeos não entra para os quartos, fica só na sala. Então querendo ou não era um transtorno.

Pois bem, no último domingo foi o dia de desmontar o berço e montar a cama. Fizemos uma festa aqui com eles, caixa de ferramentas, os dois no quarto vendo aquele bercinho companheiro de dois anos se desfazendo. Papai e mamãe até emocionados, é um dia importante! Uma transição que muda tudo.

Eles amaram a cama, amaram poder entrar e sair quando quiserem, foi tudo ótimo. À noite foi chegando e eu apreensiva para que eles fossem acordados para o quarto e dormissem lá.

Como de costume, as 20h comecei o banho, a Nina depois do banho estava caindo de sono e para onde ela foi? Para a cama dela!!! Fiquei chocada! Enquanto eu terminava o banho do João ela já estava na caminha relaxando para dormir.

O João já nem saiu do quarto, já pedi para ele subir na cama, dei a mamadeira e o papai sentou e começou a ler uma história. Em dez minutos os dois estavam dormindo. Juro que eu não acreditava! Esses pequenos não cansam de nos surpreender. Na noite de segunda a mesma coisa, deitaram tranquilos na cama e dormiram em 15 minutos.

Enfim, o sinal mais claro que nós temos que está na hora de mudar é quando eles pulam o berço, né? Se torna super inseguro continuar no mesmo formato. Tenho amigas que tem filhos de três anos ainda no berço e numa boa. Cada família é uma, cada criança tem seu tempo, apenas temos que observar e sentir a hora certa para as mudanças. Que venha a nova fase! Cada vez mais crescidos, e a mamãe aqui com saudades dos bebês…

Confiram o vídeo que conseguimos gravar um dia após a primeira vez:

Boa semana!

Kaká

30 amaram

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A primeira viagem de avião

Oi Casamenteiras!

Na semana passada fizemos a primeira viagem de avião com os pequenos. Fomos de São Paulo para Porto Alegre, estivemos no Rio Grande do Sul para a festa de 50 anos de casados dos meus tios. Minha família inteirinha mora lá, meus pais foram os únicos das duas famílias que saíram do Rio Grande. Até então, ninguém conhecia a Nina e João, então vocês imaginam a expectativa né?

Família no Aeroporto

Escolhemos na ida viajar de manhã, é um horário que normalmente eles estão muito bem humorados, chegaríamos lá perto da hora do almoço. No aeroporto foi meio confuso, eu fiz uma mala só para nós quatro, mas levei mais algumas “malinhas”de mão. Minha bolsa, a bolsa deles, uma térmica e a mochila de trabalho do marido. Hahahaha muito “mirim” né? Viajei! Era só ter pego uma mochila grande e pronto! Lição aprendida!

Decidimos despachar o carrinho deles, que é um trombolhão, não foi um bicho de sete cabeças andar com eles até o portão de embarque, mas teria sido bem mais tranquilo se eu não estivesse com mais 497 bolsas! Hahahaha. Despachamos mais por ouvir relatos de amigos de que é meio complicado tirar o bebê, fechar o carrinho para passar pelo raio-X, enfim, não foi tão ruim.

O João é maluco por aviões, eu achei que ele ia enlouquecer de estar dentro de um. Mas de verdade, eles nem perceberam o que estava acontecendo. Eles gostaram muito de ver os aviões pela janela do portão de embarque, mas só. O voo em si foi tranquilo, levei uma mamadeira com água para decolagem e pouso e foi ótimo, quando eu senti nos meus ouvidos a pressão tanto na subida, quanto na descida eu ofereci a água e parece que eles sabiam que iria ajudar.

Menino olhando aviões

Para distraí-los levei uvas, giz de cera, papéis e aplicativos. Nem cheguei a usar o giz de cera e papel, eles devoraram as uvas, olharam tudo pela janelinha e curtiram ficar “lendo” as revistas e as instruções de segurança.

A festa aconteceu em Camaquã, cidade que fica a uma hora e meia de Porto Alegre.  Alugamos um carro, o mesmo carro que temos aqui em São Paulo, para garantir que o carrinho caberia no porta malas. Alugamos cadeirinhas de carro e essa parte foi péssima! Eu ia levar as minhas cadeirinhas, mas imaginem a cena das 478 bolsas + 2 cadeirinhas! O marido ia me esganar! Topei alugar na locadora de carros, e entendi o por que é tão importante o cinto de cinco pontas! Eles conseguiam tirar os braços do cinto com a maior facilidade do mundo, passei a viagem toda arrumando o cinto da cadeirinha.

Chegamos em Camaquã, demos o almoço já na casa da família, e tudo correu super bem. Eles tiraram uma soneca bem longa e a noite teria festa! Eu estava crente que eles iriam aguentar até a festa, eles estavam lindos, cheirosos, arrumadinhos. A família louca para conhecer os pequenos, o João já queimou a largada e chegou dormindo! Hahaha! A Nina ainda chegou acordada, mas super chatinha de sono, zero simpática! Dormiu rapidinho também. Nós, curtimos um pouco os parentes, aquela coisa de ser apresentado para um monte de gente, rever todo mundo, uma delícia!

Ficamos em um hotel da cidade, onde no quarto tinha uma cama de casal, uma cama de solteiro e um berço. Ok, um dos dois dormiria no berço, e o outro na cama de solteiro. Meus pais foram de carro, então mandei por eles a grade de berço para colocar na cama de solteiro. Chegaram no hotel capotados e assim continuaram até as 4:00h! Ouch! Eles acordaram a todo vapor, eu estava com vontade de chorar, juro! Tentamos em vão faze-los voltar a dormir, até que o (santo) marido pegou os dois e entrou no banheiro do quarto. Alguém tinha que dormir, e esse alguém era eu!

Acordei as 9:30h, o maior silêncio no quarto, quando vejo a cena não sabia se ria ou chorava. Eu bela e folgada dormindo na cama de casal, e o marido, a Nina e o João espremidos na cama de solteiro. Eles voltaram a dormir as 7:30h! Coitado do marido, mas pelo menos eu estava descansada para tocar o dia. Ufa!

No domingo ainda ficamos por Camaquã visitando mais alguns familiares. Os dois me surpreenderam muito em relação a estranhar as pessoas e os lugares diferentes. Eles não estranharam nada! Foram super fofos e simpáticos, distribuíram beijos e abraços. Foi muito legal! A noite fomos para Porto Alegre, o marido ia trabalhar por lá e eu ia passear com os pequenos com a ajuda dos meus pais. A noite de domingo para segunda foi maravilhosa! Eles dormiram a noite toda como se estivessem em casa, esses pequenos não cansam de nos surpreender.

Na viagem de volta, estava com o mesmo kit de distração no avião, mas como foi no fim da tarde, eles estavam bem cansadinhos, e foi muito tranquilo. Se comportaram direitinho! Para este voo, nós também estávamos bem mais cansados, então resolvemos levar o carrinho até a porta do avião. É um procedimento super simples, realmente o carrinho tem que passar pelo raio-X, o nosso não cabia, então eles revistaram de outra forma, e tivemos que tirar a Nina e o João do carrinho de qualquer jeito, mas nada tão complicado, e valeu muito ter o carrinho assim que desembarcamos também nos esperando na porta do avião.

Aplicativos no Avião

Enfim, essa viagem de maneira geral foi uma experiência ótima, me deu coragem para enfrentar outras aventuras com os pequenos, sem tanto medo de ser feliz! É importante sempre ser realista e saber que contratempos surgirão, eles podem estranhar tudo e não dormir por exemplo. É importante estar preparado para isso. Outra conclusão que eu cheguei, é que voos longos durante o dia com crianças pequenas deveriam ser proibidos! Gente, graças a Deus o voo era curto, mas eles perdem interesse muito rápido nas distrações que levamos. O ideal para viagens longas na minha opinião são os voos noturnos.

Em casa a rotina deles é militar, eles tem hora para tudo e já estão super acostumados. Na viagem eu desencanei um pouco da rotina, existia um esboço da rotina que eles estão acostumados, mas sem neura. E isso também foi para mim uma libertação. Eu achava que nunca mais a minha vida iria funcionar sem a rotina super rígida do dia a dia, eu vi que ainda não é hora de desencanar totalmente, até porque rotina é uma maravilha né? Mas vi uma luz no fim do túnel, e eu amei!

Fotos: Dollar Photo Club

É isso! Dúvidas, sugestões? Deixem nos comentários!

Beijos

Kaká

58 amaram

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