felicidade


Só queria lhe dizer: estou feliz com você!

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Este é um texto que começa sem muito objetivo. É que eu estive pensando que não tenho tudo que queria ter, não sou tudo que imaginei ser e nem você é tão perfeita assim, mas que apesar disso tudo, preciso lhe dizer: Estou completamente feliz ao seu lado.

Hoje, quando acordei do seu lado, não tive escolha a não ser agradecer aos céus por ter colocado nossas vidas na mesma rota. Eu não estou nem  perto de ser a melhor companhia do mundo, às vezes sou chato sem necessidade, tenho meus defeitos bem claros, escondo meus medos e angústias, e mesmo assim a gente só precisa de um sorriso para se lembrar do motivo que nos fez viver juntos.

A gente nunca acredita que encontramos alguém com o poder de nos fazer despir a alma e ser completamente livres para ser quem somos. Alguém que, se acaso algo sair errado em nosso dia, é para esta pessoa que podemos ligar e desabafar ou ouvir uma coisa engraçada sobre a situação tensa.

É difícil de acreditar que enfim achamos o motivo pelo qual nos encontramos felizes sem explicação. Eu estou realmente feliz por ter você. Quero  que continue a vida toda sendo esse alguém que não perde uma noite com pipoca e chocolate.

Quero por mais mil anos que seja esta pessoa que sabe que não estou bem mesmo quando tento fingir que sinto qualquer outra coisa, que só de ver o título do filme sabe se vou ou não gostar dele, que faz eventualmente algo muito errado e que até faz-me choramingar, mas que é a primeira a buscar uma maneira peculiar de enxugar meus lamentos, que tem o abraço mais sincero do mundo em dias de luto, que não consegue deixar de ser meu fã de carteirinha mesmo sem eu saber o motivo desta admiração, que fala besteiras somente para ver a minha cara de ironia.

Eu queria apenas agradecer por ter sido a melhor maneira de eu me encontrar na vida. Eu trombei com você por acaso, mas queria apenas te dizer que foi a melhor topada da minha vida e que nada mais me faz tão feliz no mundo quanto saber que com você estou feliz de verdade.

Obrigado pela melhor versão que poderia ser para me fazer feliz.

 

Coluna Casal do Blog

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O consumismo e a infância

Oi Casamenteiras, tudo bem?

O que me motivou a escrever esse texto foi ler desabafos desesperados de mulheres igualmente desesperadas em um grupo de mães que eu faço parte no Facebook. Por estarem desempregadas ou com o orçamento da família apertado devido a evidente crise que o nosso país está atravessando, essas mães estão à beira de um colapso por não poderem dar um presente “bacanudo” de dia das crianças para seus filhotes.

Esses desabafos daqui até o final do ano, com Natal chegando, devem apenas se intensificar.

Lá no grupo tem de tudo, desde mães de bebês com meses de vida, que nem sabem que o dia das crianças existe, até mães de crianças mais velhas que já esperam ansiosos pelo seu mimo no dia 12 de outubro. E é aí, nesse grupo, que eu vejo as mais desesperadas.

Consumismo e a infância

Fiquei pensando nisso e me colocando na situação dessas mulheres, o que eu faria?

Meus filhos tem dois anos, ainda não sabem quais são as datas comemorativas em que as crianças ganham presentes. Aniversário eles já se ligaram que tem presente envolvido, mas só. Eles fizeram aniversário agora em Agosto, e eu já peguei dois presentes de cada um e separei um para o dia das crianças e um para o Natal. Eles ganharam tanta coisa, que nem se quer sabem da existência dos presentes que eu separei, e honestamente, se eu não der nada de dia das crianças ou Natal eles também não irão perceber.

Agora e as crianças mais velhas? O que será que vale mais a pena? Apertar o orçamento da família e comprar um presentão, ou conversar e explicar que a mamãe e o papai não tem dinheiro para comprar o que ele quer? Qual a mensagem que cada situação passa para as crianças?

Na primeira, passamos a mensagem de que a prioridade é o brinquedo, é mostrar para os amiguinhos e para os pais desses amiguinhos que temos dinheiro e está tudo bem. Ostentar uma situação insustentável é melhor do que “passar vergonha” por chegar na escola e dizer que ganhou um carrinho Hot Wheels de R$8,90 de dia das crianças. O adulto resultante dessa situação será um adulto que nunca se conformará com o que tem e viverá sofrendo por isso, será um adulto que não saberá analisar prioridades, não terá noção do real valor das coisas.

Eu sinto que criança não tem maturidade para lidar com todas as situações do mundo dos adultos de forma nua e crua como nós adultos temos que enfrentar, mas falar a verdade e apresentar a realidade é sempre o melhor caminho.

Na segunda situação, você fala a verdade, explica que não tem dinheiro para aquele super presente bacana, e diz que existem outras prioridades como alimentação, escola, moradia, saúde. Talvez você tenha que gerenciar um chilique, mas a mensagem que você estará passando, será uma mensagem que irá formar um cidadão consciente, que viverá uma vida de verdade, dentro de suas possibilidades e feliz com o que tem.

Criança não precisa de presentes caros. Tenho convicção disso.

Uma vez, meu pai estava me levando para a escola, eu tinha 6 anos, e do nada eu disse que estava com muita vontade de ir para a praia. O comentário foi super genuíno, sem segundas intenções, me deu vontade mesmo. Na hora ele parou o carro do lado de um orelhão (não existiam celulares na época), fez umas duas ou três ligações, entrou no carro e mudamos a rota. Adivinhem? Estamos indo para a praia! Foi um dos dias mais felizes da minha vida, chegamos na praia e ele comprou um maiô para mim, uma sunga para ele, uma toalha para dividirmos e protetor solar, com isso ele me proporcionou uma das melhores lembranças que eu tenho! Agora me perguntem o que eu ganhei de dia das crianças naquele ano? Ou de Natal? Eu não faço a menor ideia, mas eu faltei na escola e fui para a praia com o meu herói em pleno dia de semana, só nós dois, e isso eu nunca vou esquecer.

Dia na praia

Sejam criativos, um pique-nique caprichado, um dia de rei ou rainha, com direito a coroa, café da manhã na cama e a criança pode fazer tudo o que quiser no dia, um bate volta na praia, na represa, na casa daquele amigo que tem piscina, um dia inteirinho comendo doce, brincar de torta na cara com chantilly, fazer brinquedos de papelão, fazer bolos, tortas e cookies todo mundo junto, jogar bola até cair de cansaço no chão, ir ao parque, sair todo mundo na rua de fantasia, montar uma peça de teatro, pintar um quadro, acampar, sair da cidade para ver as estrelas, tem tanta coisa legal que não envolve marcas, muito dinheiro ou ostentação de nada, a única marca que você deveria se preocupar é com a que você faz no coração do seu filho. Quantos momentos seu filho já teve com você que ele irá lembrar pela vida toda como esse meu dia na praia com o meu pai? Quem será o seu filho quando adulto? Será um adulto frustrado por querer ter tudo e não conseguir ou será uma pessoa consciente das prioridades da vida e feliz com o que conquista a cada dia?

Haverá um dia em que deveremos deixar de ser as crianças que sempre fomos, deixar as ilusões de lado e encarar a vida hostil, tal qual ela se apresenta. A isso eu chamo de Educação para a Realidade. – Freud

Beijos,

Kaká

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Uma despedida diferente…

Oi pessoal, tudo bem?

Quando me mudei para este apartamento que moro hoje, meu objetivo principal era proporcionar para as crianças um espaço grande, seguro, com atividades e muitas crianças para eles conhecerem e conviverem. Acertei em cheio, aliás, contei para vocês nesse post aqui os critérios que usei e recomendo para escolher uma casa com crianças, vale a pena conferir! ;)

Aqui tem crianças de todas as idades e tem duas famílias super queridas com crianças exatamente da mesma idade da Nina e do João. Criamos todos o hábito de passar o dia no térreo com as crianças, brincando, fazendo pique nique, cantando, dançando e é claro, conversando, trocando experiências, dicas. Somos mães super animadas, sempre aparece alguém com alguma ideia de atividade para fazer, tinta, massinha, bolinha de sabão, tudo vira uma festa!

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Nós vimos nossos filhos crescerem juntos, engatinharem, andarem, falarem, eles brigam também, mas é um amor tão lindo! Na hora da despedida no final do dia, parece que nunca mais vão se ver, beijos e abraços, uma fofura só. Nos finais de semana sempre chamam um pelo outro, é uma amizade linda.

Me sinto uma sortuda por ter essas mães aqui, e por serem elas. Nunca, nunquinha houve um problema entre nós, nada. Não tem a fofoqueira, a chatinha, a neurótica, nada. Sabe quando bate certinho? Que convivência mais gostosa que nós temos, quanta coisa aprendemos com as experiências uma da outra, eu desejo isso para todas as mães do mundo! Fica tudo mais leve e gostoso.

Poder compartilhar as alegrias e fofuras e também as frustrações e o cansaço com pessoas que você sente que não estão te julgando não tem preço. Poder falar e falar e falar e também ouvir e ouvir e ouvir sem nenhuma pressão de todos os lados deveria ser um direito de toda mãe! Não tem nada que me deixe mais triste do que ver mães julgando mães, poxa, toda mãe sabe como é gente! A última coisa necessária é mais um julgamento e ainda por cima vindo de alguém que deveria entender o que você está passando.

Parece que eu mereci não sentir essa parte ruim de conviver no mundo da maternagem, e quem proporcionou e ainda proporciona isso são as minhas companheiras de dia a dia. Hoje, agora as 11h uma delas está voltando para a terrinha dela definitivamente. E eu não poderia deixar de agradecer por absolutamente todos os momentos que passamos juntas no prédio ou passeando pelo bairro. Todas as vezes que os nossos pequenos se divertiram juntos e aprenderam. E principalmente pela forma leve e tranquila que conseguimos conviver por todo esse tempo!

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Ontem no final do dia eu dei um abraço apertado na Renata, que vai embora e passou um filme na minha cabeça, desde a primeira vez que nos encontramos e o que parece uma vida de convivência… que pena que a vida tomou outro rumo, vamos todos sentir muita saudades de acompanhar a Lelê e mais um pequenino que vem por aí.

Obrigada Rê e Gi! Espero que a vida continue proporcionando oportunidades para a gente ficar junto e principalmente manter a amizade linda e pura dos nossos pequenos!

E você que está aí em casa com seu pequeno, com preguiça de descer no seu prédio e conversar com os vizinhos, só digo uma coisa, você pode estar perdendo uma oportunidade incrível de ser ainda mais feliz!

Beijos,

Kaká

24 amaram

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O AMOR NÃO É UMA FILOSOFIA DE VIDA, É UM MOVIMENTO

O amor não é uma filosofia de vida, é um movimento. Ainda não notamos o quanto de complexidade está no projeto de felicidade dentro de um relacionamento. Ninguém nos disse que uma vez dentro dele teríamos que nos abandonar por completo nele. Aliás, até nos disseram, mas achamos que era apenas uma maneira de falar. Nos sentimos soldados mal preparados diante de realidade verdadeira.

Fizeram do amor um divã para gente mal resolvida consigo mesmo. Há uma corrente que insiste em grifar que o amor resolve tudo, ou ainda que com uma pitada de bom senso, moralidade e comportamentos bem treinados fica bastante fácil equacionaremos as diferenças entre um e o outro. É mentira. É preciso mais que isso.

Isso explica porque os livros sobre relacionamentos tem vendido muito. Eles apresentam fórmulas de sucesso prometendo, às vezes, uma saudabilidade inalcançável. As fórmulas prontas do amor são esquematizados nos comportamento bem adestrados organizado em capítulos para nos fazer vender a ideia que é só aprender o modo certo de amar e aplicar.

No entanto, relacionamentos também não tratam-se de etiquetas. Gente bem resolvida é realmente alguém muito perigoso. Pessoas que simulam são as mais danosas. Aliás, nenhum relacionamento pode durar saudável quando cabe nos roteiros de cinema.

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Apesar disso, algumas estatísticas confirmam o que já desconfiava. A maioria das pessoas não suporta o peso de ser artificial por muito tempo. Uma hora a máscara cai e não sobra nada além de uma papel bem desempenhado.

O amor é um ingrediente básico para o relacionamento, mas não é o principal. A maneira de se pensar no comprometimento hoje é totalmente voltado às particularidades. A busca pela felicidade pessoal e o tão sonhado amor eterno nos pressiona entre um muro de expectativas e as mazelas da realidade.

Sobretudo, o pensamento a respeito do casamento, por exemplo, é baseado como uma sociedade que serve apenas para unir forças em nome de um objetivo pessoal. É preciso mudar o conceito, as perspectivas e as regras de convívio.

Os nosso dias também não ajudam. Explico. Cada vez mais os relacionamento nascem com covas já prontas. Gente que se relaciona para “ver o que vai dar” não entendeu a que pé anda os relacionamentos. Não entendeu o objetivo e muito menos a sua finalidade.

A impressão que tenho é que há um desespero para não ficar só e ao mesmo tempo um apelo para a tão sonhada liberdade individual. Essa confusões nos deixam presos aos modelos equivocados de bom relacionamento.

O que eu sei é que o amor precisa ser um movimento, porque as filosofias de vida não podem ser sustentadas por ninguém em si mesmo. Amar nunca foi uma filosofia a ser conceituada e aplicada. Amar é movimentar-se, é ser militante do apreço, do cuidado, da entrega.

Escrito por Murillo Leal do Casal do Blog.

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