Curiosidades


Plantas e pets: harmonia em casa

Engana-se quem pensa que animais de estimação e plantas não podem conviver bem. Claro que dá um certo trabalho, mas é possível cuidar dos dois. Temos várias dicas bacanas para evitar que seu bichinho coma as plantas ou que elas façam mal a eles. Basta manter alguns cuidados básicos.

Por exemplo: a grama que você escolher para aplicar no seu jardim faz toda a diferença. O ideal é optar por uma que seja mais resistente ao xixi do seu animalzinho, principalmente se for um gato, pois a urina deles é mais forte que a dos cachorros. As mais indicadas são a grama-esmeralda, grama-amendoim ou grama-preta. E não esqueça: a grama deve ter bastante espaço sem muitos obstáculos, para que ele possa circular livremente.

Se o seu gato ou cachorro gosta de comer as plantas, escolha as que têm odor mais forte. Isso ajuda bastante a mantê-los afastados das verdinhas. Gerânio, alecrim e citronela funcionam bem. Outra dica bacana é manter as plantas em vasos maiores que o tamanho do seu pet (se ele for um cachorro, pois os gatos alcançam qualquer alvo).

E claro, é preciso muito cuidado com o tipo de plantas e adubos que vai escolher para o jardim. Algumas podem ser tóxicas e a gente nem saber. Alerta: comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, cara-casana e bico-de-papagaio, nem pensar!

Além disso, é preciso manter o animal saudável e praticando atividades, gastando energia. Assim ele vai conviver melhor com o jardim.

Que tal começar a adaptação do quintal?

 

Fonte: Pets Online

Fotos: Pinterest

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Cães idosos pela América

Entender é fácil. Difícil é aceitar que nossos queridos amigos pets envelhecem mais rápido que a gente e em algum momento vão nos deixar. Nossos fiéis escudeiros, infelizmente, não têm vida de humano e cedinho começam a mostrar nítidos sinais de idade.

A fotógrafa Nancy LeVine percebeu isso e viajou pelos Estados Unidos registrando as expressões dos cães de estimação mais velhinhos. Dá pra ver o carinho no olhar querido deles. Olha só, meninas!

{Cooper, 15 anos}

{Suzy, 10 anos}

{Sunshine, 14 anos}

{Curley, 14 anos}

{Calvin, 14 anos}

{Carly, 16 anos}

Fofos, não é mesmo?! Eles sempre serão da família!

 

Fotos: Senior Dogs Across America

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Como os animais realmente enxergam

Foi-se o tempo em que os seres que não se reconhecem no espelho são considerados sem consciência. Se o seu pet não sabe distiguir ele de um humano ou de um outro animal perante a imagem refletida, isso não quer dizer que ele não tem a própria interpretação das coisas. Está mais do que comprovado que os animais são inteligentes. Às vezes até mais do que nós, humanos.

A Revista Superinteressante publicou uma matéria, baseada em pesquisas, e nós achamos importante compartilhar com vocês. A reportagem diz que eles podem não reconhecer a própria imagem, mas sabem exatamente quando estamos chegando porque têm o olfato e a audição mais aguçados dos seres vivos. Enquanto nós, humanos, temos seis milhões de células olfativas no nariz, os cachorros, por exemplo, têm entre 120 e 300 milhões.

Além disso, os bichinhos têm a memória fotográfica muito além da nossa, o que faz eles distinguirem quando estamos saindo de casa (porque já viu esta cena tantas vezes que gravou na memória), ou quando chegamos e vamos ficar em casa por um longo tempo. Assim como associam o cheiro do perfume com a saída e o prato de comida como simplesmente o que vai alimentá-los, sem prestar muita atenção no sabor. É, eles não são muito bons de paladar. Por isso devoram tudo rapidinho, sem respirar. Afinal de contas, não é gostoso mesmo, praticamente não tem gosto, mas vai fazer com que eles se mantenham de pé (e sim, eles têm essa consciência).

Resumindo: eles não são tão bons de imagens, mas enxergam de outras formas e têm um coração gigante. Como viver sem, né?!

Eu tenho certeza que a minha cadelinha assiste TV comigo, mas a ciência explica que não, que as imagens quadro-a-quadro não são atrativas pra ela. Mas como explicar que ela corre para a frente da TV toda vez que começa The Big Bang Theory? Não tem estudo científico que me faça mudar de ideia.

E o seu pet, o que ele faz que vai contra as leis da ciência?

Fotos: Pinterest

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Que tem pet, tem bom coração

Bom coração em todos os sentidos. É claro que quem decide ter um animal de estimação em casa, e dedica seu tempo e carinho ao amigo é um cara legal, e já falamos por aqui da importância do bichinho no tratamento contra a depressão. Mas o que muita gente não sabe é que, de fato, a presença do pet no convívio diário faz os seus donos terem um coração melhor, literalmente.


Isso porque quem tem um animalzinho possui uma maior variabilidade no ritmo cardíaco, ou seja, o coração desta pessoa responde melhor e mais rápido às mudanças corporais. Significa que, por exemplo, o coração bombeia sangue com mais facilidade em situações de extresse. Não é demais?

Essa é uma pesquisa encomendada pelo American Journal of Cardiology e é o resultado do estudo de 200 pessoas, com faixa etária entre 60 e 80 anos. Nos donos de pets, mais ou menos 5% das batidas do coração diferiam em 50 milésimos de segundo em extensão, contra a metade deste valor dos que não tinham animais em casa.

Além de fofos e companheiros, fazem bem à sua saúde. Será que não é hora de ter um pet?
Fotos: OurPets e Pinterest

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