Maternidade


Equilid: O remédio emagrece ou engorda? É recomendável tomar na amamentação? Saiba tudo agora!

Amamentando-com-Equilid Equilid: O remédio emagrece ou engorda? É recomendável tomar na amamentação?  Saiba tudo agora!

Se você está amamentando, ou já amamentou, é possível que deva ter escutado falar sobre o Equilid, um medicamento neuroléptico utilizado do tratamento psiquiátrico ou de doenças mentais, tais como a esquizofrenia e até mesmo para pacientes com estados neuróticos depressivos. Isso é: trata-se de
uma substância de uso controlado e prescrita por um profissional de saúde.
Você deve estar se perguntando, mas por qual motivo esse medicamento está relacionado à amamentação? Bom, um dos supostos efeitos colaterais do remédio é o aumento do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite materno. Por esse motivo, o uso para aumentar o fluxo de leite no organismo entre as recém-mães se tornou bastante popular – e arriscada. Inclusive, durante muito tempo, alguns médicos especialistas fizeram a recomendação proativa da substância para lactantes que se encontravam em dificuldades neste processo com os seus bebês.

Equilid engorda ou emagrece?

Em uma rápida pesquisa na internet não é difícil encontrar mães comentando em fóruns sobre o medicamento, questionando, principalmente, se este engorda ou emagrece. Ou até mesmo pesquisando sobre o uso equilid para ansiedade. Com toda a certeza, essa não é a pergunta principal que devemos fazer para falar do remédio, mas sim, quais são as
consequências que o seu uso indevido pode gerar para a saúde. É sobre este ponto que devemos conversar.

O que diz a ciência?

A ciência é a base da saúde e da segurança dos pacientes e é nela que devemos apoiar qualquer argumento quando falamos sobre medicamentos. No caso do Equilid, não há comprovação cientifica que a sulpirida, principal substância de composição do Equilid, influencia na produção do leite materno.Diversos estudos clínicos realizados não indicaram com exatidão esse ciclo no
organismo (¹).
O que de fato podemos comprovar é a possibilidade de efeitos colaterais comoo aumento do risco de um AVC (acidente vascular cerebral), crises hipertensivas (arritmia) e quadros de tonturas, dores de cabeça e sonolência. Outra questão importante e bastante grave é que o uso poderá afetar a saúde
do bebê, uma vez que estará entre o leite materno.

Estou com dificuldade de amamentar. Devo tomar?

Órgãos de saúde afirmam categoricamente que o uso para essa finalidade não é recomendado. A ANVISA, o Ministério da Saúde (²) e até o fabricante reforçam que o medicamento é seguro e indicado para as finalidades de sua bula, e claro, após a análise detalhada de um médico.
Mas uma amiga está tomando, emagreceu e se sente bem. Por que não
tentar? É bem importante discutir todo o ciclo de sua saúde com o especialista que lhe acompanha regularmente. O uso de substâncias controladas, dentro e fora do período de amamentação, é algo muito sério e pode trazer riscos graves à saúde da mãe, e neste caso da criança.
Não baseie a sua saúde em fóruns da internet ou na crescente pressão estética após o parto. Tais comportamentos podem ser nocivos e gerar impactos físicos e psicológicos. Quem receita medicamentos é um médico responsável. Não incentive a circulação de informações equivocadas e até
mesmo de fake news.

Mas então o que devo fazer?

O mais recomendando é encontrar alternativas aos desafios distintos que podem ocorrer no pós-parto. A qualquer dificuldade observada na rotina com a criança ou até mesmo sinais sobre a saúde do organismo, devem ser reportadas a um médico. Há diversos caminhos no qual irão discutir juntos, tal como o uso de uma bomba de leite ou outros suplementos alimentares para o pequeno.
No caso de estresse extremo com a maternidade ou quadros como a depressão pós-parto ou ansiedade, existem outras possibilidades a serem exploradas com ou sem a ajuda de medicamentos. Mas sempre com respeito ao corpo e a saúde.
Não se automedique. Busque ajuda especializada e cuide de você.

Referências:

1. Ylikorkala O, Kauppila A, Kivinen S, Viinikka L. Tratamento da lactação inadequada com sulpirida oral e oxitoxina bucal. Obstet Gynecol. 1984; 63: 57-60. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/6361642/

2. Ministério da Saúde. USO DA SULPIRIDA DURANTE A LACTAÇÃO É CONTRAINDICADO – É VERDADE. Disponível em:
https://www.saude.gov.br/fakenews/45186-uso-da-sulpirida-durante-a-lactacao-e-contraindicado-e-verdade

Ah! E para quem adora tirar foto do bebê, vale a pena conferir esta matéria: Registro do bebê mês a mês <3

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Bolsas de bebê – não precisa ser infantil, sabia?

Olá, tudo bem gente?

Hoje vim mostrar para vocês uma aliada super bacana para as saídas com os bebês. Já ouviram falar nas Überbags?

As Überbags são bolsas lindas, desenvolvidas especialmente para nós mamães. Não lembram nem de longe uma bolsa de bebê, mas vem com trocador, tem bolsos pensados em cada detalhe para caber as suas coisas e as muitas coisas do bebê, tem até bolso térmico para as mamadeiras e forro em nylon para não manchar a bolsa caso aconteça um vazamento de leite, suco, pomada, enfim, coisas que acontecem com as melhores mamães. É genial!

Pelas palavras da criadora: “A Überbag é uma bolsa multifuncional, desenhada por uma mulher para mães que têm que dar conta de 1 milhão de coisas ao mesmo tempo. “Não dava para sair com duas bolsas. Uma com as minhas coisas e outra com as coisas do bebê. Era muito para carregar e não havia produção que sobrevivesse à famosa baby bag” – conta Alessandra Zambroni, que desenvolveu o conceito überbag em parceria com a mãe, Raquel Manzatti. 

Assim, a Überbag chega com a promessa de deixar tudo mais fácil, sempre à mão e com muita personalidade. Prática e bonita, tem muitos compartimentos para levar as coisas da mãe e do bebê. Seu interior é feito todo de nylon, contém vários bolsos de diferentes tamanhos, alças que permitem conforto e a praticidade e 2 portas-mamadeiras térmicos e uma mini necessarie que leva um trocador. É ou não é über?”

Essas bolsas são uma criação da Raquel Manzatti Bolsas e Acessórios e eu fiquei encantada pelas bolsas e pelos preços.

Vamos combinar que sair com a sua bolsa, mais a bolsa do bebê, carrinho e tudo mais é bem complicado, e também que as bolsas de bebê, por mais lindas que sejam prejudicam qualquer look, certo?

Seus problemas acabaram! Quero deixar bem claro que não estou ganhando nada por este post, estou indicando porque eu acho que é um produto muito bacana e é a cara das casamenteiras!

Vejam abaixo alguns modelos e vejam os preços no site! Os queixos vão cair!

Beijos,

Kaká

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Visitar ou não visitar um recém-nascido?

Oi gente, tudo certo?

Eu sempre me senti constrangida de visitar recém-nascidos, sempre! Mesmo antes de ser mãe, eu me sentia invadindo a privacidade da mãe, do pai, do bebê, da família em geral. Nunca gostei mesmo.

Uma vez fui na maternidade visitar um bebê que eu tinha zero intimidade, eram mais amigos do meu marido, e ele saiu com o pai do bebê para tomar um café e eu fiquei lá com a esposa. Já não tinha muito assunto, e de repente chega o bebê para mamar. Aquela situação, a enfermeira ensinando, a moça com o seio de fora, tentando amamentar e eu lá. Até levantei para sair, mas a moça pediu que eu ficasse. Aff gente, muito constrangedor. Me senti invadindo um momento super íntimo.

Dollarphotoclub_59896937 Visitar ou não visitar um recém-nascido?

Eu já sabia que eu não ia querer visitas, isso sempre foi muito claro para mim, só que eu tive gêmeos, e isso gera uma curiosidade absurda nas pessoas. Todos querem ver e conhecer os gêmeos.

Combinei com o meu marido que queria todo mundo na maternidade para assistir o parto. E eu queria mesmo, na maternidade que eles nasceram tem uma “janelona” para a família assistir o parto e olha, devia ter umas trinta pessoas lá. Foi demais! Eu adorei olhar pela janela e ver meus amigos mandando boas energias e todos emocionados com o nascimento deles.

Eu já imaginava que iria receber muitas visitas na maternidade, graças aos céus eu tenho muitos amigos! E eu sabia que essa gente toda ia querer ver a gente e participar desse momento tão especial. Então eu avisei todo mundo que eu ia receber na maternidade pois em casa ia demorar um pouco para receber visitas.

Na maternidade você ainda tem o suporte das enfermeiras, e uma porção de ferramentas para ajudar no controle de visitas, como a portaria. Pedimos na portaria para não liberar a entrada de ninguém sem antes falar com a gente, e o meu marido tinha a importantíssima função de filtrar as visitas, segurar o pessoal enquanto eu amamentava ou estava dormindo.

Os primeiros dias com o bebê são uma loucura, estamos todos aprendendo tudo! Amamentação, trocas de fralda, humores, hormônios, insegurança, sono e muito cansaço fazem parte desses dias. Fora o medo, querendo ou não nosso bebezinho indefeso acabou de sair de um ambiente totalmente controlado, para ter contato com o mundo. Uma pessoa chegando da rua se torna uma baita ameaça.

Eu não me senti mal em momento algum por controlar as visitas, eu estava fazendo tudo me baseando pelo que eu sentia. Tenho amigas que não tiveram coragem de recusar visitas em casa ou na maternidade, e esses primeiros dias de vida nova se tornaram bem mais difíceis do que precisavam ser.

A mãe e o pai estão no controle e tem todo o direito de não querer visitas. É o momento de vocês, e é um momento muito especial. Não se sinta constrangida por isso, faça o que o seu coração mandar, seus amigos vão entender.

Em casa eu não queria receber ninguém mesmo. Eu andava de pijama o dia inteiro, descabelada, dormindo em pé literalmente, amamentando, com dor ainda do corte e aprendendo tudo sobre eles, receber gente em casa nessas condições para mim era simplesmente impossível! Tive amigos que ligaram para visitar e eu educadamente recusei, disse que ainda estava tudo muito confuso e realmente estava.

Lembro quando eles estavam com um mês e meio, teve um casal de amigos que quis muito ir lá em casa, insistiram e acabamos cedendo. Pedimos uma pizza, e estava indo tudo bem, até que a Nina e João começaram com uma crise de cólica. Minha reação foi pegar os dois, levar para o quarto, fechar a porta e desejar profundamente que as visitas sumissem dali! Ficou até chato, porque eu não sai do quarto nem para me despedir, quando eles foram embora, meu marido entrou no quarto e eu estava quase chorando, decidimos que não iríamos mais receber ninguém, ainda não estávamos prontos.

Alguns queridos muito próximos eu não tinha problema nenhum em receber, aqueles que não tem problema você ficar de pijama sabe?  E só.

Dollarphotoclub_80360422 Visitar ou não visitar um recém-nascido?

Para a minha família funcionou muito bem o esquema de não receber visitas. Claro que cada casal vai sentir a situação de um jeito, mas até os casais mais festeiros podem sentir essa necessidade de privacidade nos primeiros dias e até meses. Respeite sempre! Pergunte antes de visitar, deixe o casal totalmente a vontade para recusar sua visita. E honestamente, só vá se for alguém muito próximo.

Agora, se você for visitar alguém, segue algumas regras de ouro:

– Assim que você chegar, lave bem suas mãos e braços até o cotovelo. Peça por álcool gel. Dessa forma você deixa a mamãe segura. Se for pegar o bebê no colo, peça um pano ou fralda de pano grande para cobrir toda a sua roupa onde o bebê irá encostar.

– Nem pense em beber ou fumar antes da sua visita! Imagina alguém com bafo de bebida ou cigarro perto do seu bebezinho recém nascido? Evite também cremes e perfumes fortes.

– Não leve chocolates de presente para a mamãe, o chocolate é um dos alimentos que podem causar cólicas no bebê. Mamães que amamentam não podem comer chocolate.

– Flores são lindas! Mas um quarto lotado de flores já se torna um certo transtorno. Pense em outra coisa! Fraldas! Fraldas são sempre úteis!

– Esse tipo de visita deve durar no máximo 30 minutos. No máximo.

– Se estiver com qualquer indício de doença, não vá!

– Sinta o ambiente, se os pais estiverem com cara de muito cansados, se o bebê começar a chorar, estiver na hora de amamentar, talvez seja a sua deixa para a família ficar tranqüila na sua intimidade.

Com o tempo a insegurança vai embora e a maioria das mães quer muitas visitas! Essa hora vai chegar e você poderá curtir o bebezinho sem ter medo de atrapalhar nada.

Um beijo!

Kaká

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Sobre a placenta e o cordão umbilical

Olá casamenteiras, tudo bem?

Engraçado que quando eu era pequena eu achava que o bebê ficava dentro da placenta quando estava dentro da barriga das mulheres grávidas. Quando eu engravidei eu já sabia que não era assim, que o bebê ficava dentro do saco amniótico e a placenta era outra coisa.

Mas meus amigos, principalmente homens continuavam a achar que a placenta era o que envolvia o bebê. E não é assim pessoal!

A placenta é um órgão que existe única e exclusivamente durante a gestação. Ela faz um trabalho de filtragem e ligação sanguínea entre a mãe e o bebê.

Ela é um órgão mesmo, bem sólido, e é dela sai o cordão umbilical que liga a mamãe ao bebê. Através da placenta os nutrientes e oxigênio que a mãe ingere e respira chegam no corpo do bebê, e mãe e bebê compartilham a corrente sanguínea. Ela também produz hormônios super importantes para o desenvolvimento satisfatório do feto.

Em uma gestação de gêmeos idênticos, os bebês compartilham a mesma placenta. Isso é motivo para um acompanhamento mais cuidadoso, pois um bebê pode receber mais nutrientes e oxigênio do que o outro. No caso de gêmeos bivitelinos, cada um tem a sua “lanchonete” como dizia o meu obstetra. Isso torna a gestação mais tranquila.

Dollarphotoclub_30457390 Sobre a placenta e o cordão umbilical

A placenta filtra diversas toxinas e protege o bebê de muitas formas. Ela acomoda o bebê dentro do saco amniótico e também é uma proteção contra possíveis pancadas na barriga. Claro que se acontecer uma pancada muito forte deve-se procurar um médico e verificar se está tudo bem!

Importante ressaltar também que a placenta é muito eficiente, mas a grávida tem que fazer a sua parte não ingerindo álcool, drogas, tabaco e outras substâncias que a placenta não consegue filtrar.

Este órgão temporário é vital para a sobrevivência do bebê. Grande parte dos problemas que podem acontecer durante uma gestação estão ligados ao desenvolvimento da placenta.

Nas últimas diretrizes implementadas para os partos humanizados na rede pública de saúde no Brasil, incluíram o corte tardio do cordão umbilical, falei dessas novas diretrizes nesse post aqui, vale dar uma olhada. Fui pesquisar o porquê dessa medida e fiquei encantada com as pesquisas que foram desenvolvidas sobre o assunto. Existe uma pressa enorme em cortar o cordão quando o bebê nasce, mas esperar de um a três minutos ou até o cordão parar de pulsar pode trazer muitos benefícios para o bebê.

Dollarphotoclub_81867303 Sobre a placenta e o cordão umbilical

Por ser um órgão com tempo determinado de duração, a placenta para de funcionar e perde sua utilidade logo após o parto. Mas o consenso geral é de que o bebê deve ser separado imediatamente com o corte do cordão. Isso já está mudando, o que é uma ótima notícia! 

Entre os benefícios estudados do corte tardio do cordão umbilical estão:

– Aumento significativo de ferritina no sangue dos bebês. O que pode evitar a necessidade de complementos de ferro que são receitados para todos os bebês. Evitando também muitos casos de anemia.

– Aumento no nível de hemoglobinas. A hemoglobina é responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes para todas as células do nosso corpo.

– Melhora significativa no peso. O cordão continua passando sangue para o bebê mesmo após o nascimento. Algumas fontes dizem que chega a ser até 100ml de sangue a mais. Em alguns casos isso pode fazer toda a diferença no peso do bebê, e consequentemente melhora também a imunidade.

Enfim, eu não sabia dessa possibilidade do corte tardio quanto tive os meus bebês, mas hoje eu com certeza pediria para o médico esperar um pouco para fazer o corte.

Informação é tudo nessa vida né mamães? E lembrem-se, você pode e deve dizer suas vontades para o seu médico. E ele deve sempre respeitá-las quando isso não colocar ninguém em risco.

Aposto que depois de ler tudo isso você até gosta mais da sua placenta vai? hehehe

Um beijo,

Kaká

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Inspiração de Fotos do Barrigão

Olá meninas, tudo bem?

Tem gravidinha por aí?

Por volta da 32ª semana de gestação até a 34ª semana é o período ideal para fazer fotos do barrigão. Nessa fase, normalmente a grávida ainda se sente muito bem e confortável, a barriga já está grande e redondinha e ainda não estamos tão inchadas. Enfim, para mim, a gestação foi um período em que me senti muito poderosa, feminina e linda! Eu fiz minhas fotos com 32 semanas pois tive gêmeos e a barriga já estava gigante, simplesmente amei a experiência e recomendo muito!

Pesquisei pela internet algumas fotos de grávidas lindas para vocês usarem como referência. Tem desde fotografias super elegantes a fotos super divertidas. Vai muito do clima da grávida e do casal.

Aproveitem!

Beijos,

Kaká

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