Meninas,

Estou devendo este post pra vocês há um tempão! Como muitas de vocês já sabem, em fevereiro viajei de férias com meu marido e a Belinha para o Canadá. Queria muito dividir a minha experiência com vocês. Fomos super criticados e até ridicularizados por amigos e pessoas da família por fazer uma viagem internacional com um bichinho de estimação. Como eu e meu marido queríamos muito a companhia da Belinha e como este blog mesmo diz, “nossos pets são membros da família”, ignoramos os conselhos e palpites e lá fomos nós, com mala, Belinha e cuia, rumo às terras geladas da América do Norte! 🙂 E foi a melhor coisa que fizemos.

Se nos privamos de alguns programas e passeios? Sim, de alguns, mas estávamos preparados e cientes disso! Queríamos uma viagem super relax e sem preocupação de visitar todos os pontos turísticos de cada cidade. O Canadá é um país pet friendly e, com o carrinho para pets que compramos ainda no Brasil, pudemos entrar em muitos lugares, incluindo shoppings e alguns restaurantes e cafés, exatamente como fazemos aqui com a Belinha.

toronto002-1 Viajando para o exterior com seu pet {dicas}

Dicas importantes:

1. A Belinha é uma cadelinha de pequeno porte, então pôde nos acompanhar no voo dentro da cabine. Isto foi fundamental para decidirmos viajar com ela. Acho que lá em baixo no avião com as malas é muito arriscado. Certifique-se de fazer a reserva na companhia aérea com antecedência e verifique as regras de cada uma delas quanto ao transporte de animais domésticos. Veja aqui e aqui  outros posts que já publicamos com mais detalhes. Agradecimento mais do que especial à nossa querida Geni, da Planeta Viagem que cuidou de tudo pra nós!

2. Normalmente os cães da raça shih tzu têm um temperamento calmo, e com a Belinha não foi diferente. Não houve necessidade de dar nenhum remedinho para ela dormir, nem Dramin, nem nada. Ela não amou ficar dentro da caixinha de transporte (choramingou no início), mas logo acabou dormindo. Voos noturnos são a melhor opção. Colocamos uma camiseta usada dentro da caixa com o nosso cheirinho para ela se sentir aconchegada durante o voo. Toda hora fazíamos carinho e falávamos com ela, para ela sentir que estávamos ali e que nada de ruim iria acontecer. Consulte o veterinário pra ver o que é melhor para o seu bichinho. 

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3. Todos os hotéis que ficamos eram pet friendly, ou seja, permitiam e recebiam muito bem os animais de estimação. Não esqueça de checar esta informação no momento da reserva e evite surpresas desagradáveis. Petiscos, mantinhas, potes com água e para ração, pomadas para as patinhas, são alguns dos mimos que a Belinha ganhou. Alguns hotéis permitem que você deixe o cachorrinho  sozinho no quarto por um período curto de tempo, para sair pra jantar, por exemplo. Outros, oferecem ainda o serviço de “pet sitter”, para que você possa fazer aquele programa imperdível sem se preocupar com seu mascote. Usamos este serviço em Montréal e adoramos! Consulte o conciérge do seu hotel e saiba como funciona.

4. Outro receio que tínhamos era que ela estranhasse os hotéis e ficasse estressada e sem comer. Graças a Deus correu tudo bem e ela adorou cada lugar por onde passamos e comeu normalmente. Como não é possível entrar no país com ração, prepare-se para comprá-la assim que chegar no destino. De cara não encontramos a que a Belinha usa, então tivemos que comprar de outra marca até encontrar a dela, o que levou alguns dias. Tenha isso em mente, caso seu cachorrinho tenha problemas em mudar de ração ou mesmo problemas digestivos.

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5. O Pet car também nos foi super útil, pois quando passávamos o dia na rua, a Belinha não se cansava das longas caminhadas e podia nos acompanhar super disposta! Além disso, a facilidade permite entrar em diversos locais que, sem o carrinho, não seria possível como lojas, shoppings, galerias e restaurantes. Colocamos um travesseiro super fofo e confortável, uma mantinha, brinquedos, levamos a garrafinha d’água, petiscos e ela nos acompanhava ao longo do dia feliz da vida!

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6. Além de toda a burocracia e papelada para ir para o destino da viagem, você também vai precisar fazer o mesmo lá. Então não bastam os documentos que você providenciou aqui no Brasil. Ainda será preciso consultar um veterinário autorizado do local e ver as regras e exigências do país para sair com animais de estimação e retornar para o Brasil. Perdemos um tempão fazendo isso, é preciso muita paciência e disposição. Agradecemos à Natalie, conciérge do Hotel Fairmont Queen Elizabeth, que resolveu tudo para nós com muita eficiência e simpatia! 🙂

Então, é isso, gente! Eu amei viajar com a Belinha e pretendo repetir na próxima viagem internacional! Inclusive até já planejo o destino para locais que eu sei que terei facilidade para transitar com ela!  🙂

Se tiverem dúvidas, não deixem de perguntar nos comentários, tá? Terei o maior prazer em ajudar!

beijos e boa viagem!