amamentação


Equilid: tomar ou não tomar?

Amamentando com Equilid

Quem amamenta ou já amamentou já deve ter escutado falar! Equilid é uma medicação, um antidepressivo, que como efeito colocar estimula a produção de leite materno. Tomar durante a fase de amamentação não tem nada  a ver com estar deprimida, muitas vezes o médico recomenda porque a produção de leite está baixa por mil outros motivos: você pode estar estressada, o bebê pode estar sugando pouco ou errado, ou simplesmente porque seu leite não está dando conta da fome do seu filho.

Pesquisando na internet muitas mães comentam em fóruns que o Equilid engorda, que desacelera o metabolismo. Então… aqueles quilinhos que estavam empacados continuam ali ou podem até aumentar…

EQUILID

Bom! Eu estou amamentando a Alice ainda, ela está com 5 meses, mas também toma complemento (Aptamil 1). Estou tomando Equilid desde os 2 meses, pois a Alice teve refluxo e sempre mamou pouco, então percebi que meu leite estava diminuindo. Na época do Rafael amamentei até 8 meses e meio e nunca tomei nada nem dei complemento, por isso tenho certeza que a nossa produção do leite tem super a ver com o jeito que o bebê mama. Mas voltando ao Equilid, estou no dilema se ele engorda ou não, ou pelo menos dificulta o emagrecimento, pois estou empacadíssima em três quilos que resolveram não me deixar em paz… e as vezes a balança implica comigo e sobe pra 4…(inferno!!).

Você também pode verificar a bula original do remédio aqui para mais informações 😉

Conto minha experiência e queria muito escutar a de vocês!!! Comentem!!

Ah! E para quem adora tirar foto do bebê, vale a pena conferir esta matéria: Registro do bebê mês a mês <3

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Chá que ajuda na amamentação

Quem acompanha a gente pelo Instagram (Não segue ainda? @casamenteiras) viu que esses dias a Karen postou o chá que ela está tomando para ajudar na amamentação, o Chá da Mamãe.

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É um chá que ajuda na produção de leite materno. E o melhor, ele é todo natural, feito de uma mistura de alcarávia, funcho, erva-doce e rosa silvestre. O Chá da Mamãe é da marca Weleda e vem em uma caixinha com 15 saquinhos, a um preço médio de 13 reais.

Além de estimular a produção de leite por meio de suas ervas, os componentes do chá também ajudam na digestão da mamãe e do bebê, o que diminui cólicas no seu pequeno e ajuda você a perder peso durante a fase de lactação!

Como é natural, não existe uma orientação restrita do seu consumo, mas na caixinha se recomenda uma ou duas xícaras, três vezes ao dia. E pode ser adoçado, caso você prefira assim.

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Algumas meninas comentaram pelo Instagram que o melhor horário para tomar é à noite, quando leite já está mais escasso. Mas você pode tomar quando preferir. A apresentadora Angélica, por exemplo, tomava no café da manhã enquanto amamentou o seu filho Benício.

E onde você encontra? Ele vende em farmácias, mas a própria marca tem loja virtual se você quiser comprar online.

Mas sempre fica a dica: o estresse, de qualquer natureza, prejudica a produção de leite. Então procure se cercar de coisas positivas e momentos de tranquilidade na hora de amamentar, tente ficar menos nervosa e se incomodar menos com as coisas ao redor. Seu bebê e você só saem ganhando!

Então meninas, vocês já usaram o Chá da Mamãe? Contem pra gente como foi a experiência!

Fotos: Casamenteiras e Divulgação

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Amamentar! Medo da dor no bico do seio?

Acho que toda mãe de primeira viagem fica com medo de como vai ser a amamentação: se vai conseguir, se vai doer, se o bico vai rachar… Posso dizer? Minha experiência, nos meus dois filhos, foi maravilhosa. O Rafa mamou 8 meses e meio, e a Alice está mamando (está com 1 mês). No Rafa cheguei a usar uma pomada chamada Lansinoh, nas primeiras semanas tinha uma sensação de assadura, mas nada de muito incômodo. Na Alice não senti absolutamente nada, nadinha! Mas qual o segredo? Eu acredito que seja a pega do bebê e, para isso, não deixe de pedir ajuda às enfermeiras ainda no hospital – elas ajudam você e o bebê a aprenderem como a boquinha do recém nascido deve estar no seio.

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Bom, mas para quem já quer ir aprendendo dei uma pesquisada e seguem algumas dicas para vocês (via Baby Center):

– Para que a amamentação dê certo, o bebê precisa abocanhar uma boa parte do seio, não só a pontinha.

– O lábio de baixo e a língua da criança precisam chegar ao peito primeiro, e ficar o mais longe possível do mamilo.

– Ele terá que estar com a cabeça ligeiramente inclinada para trás, assim o que se aproxima antes é o queixo dele.

– Antes de colocar o bebê no peito, dê uma “molhadinha” no seu bico e na aréola com seu próprio leite. Assim, quando os lábios do bebê encostarem no seu peito, por reflexo ele automaticamente abre o bocão.

– Quando aproximar o bebê, com a cabecinha um pouco inclinada para trás, e ele abrir a boca, coloque-o rapidamente no peito, lembrando de posicionar o lábio inferior a uma boa distância da parte de baixo do mamilo. Se precisar, ajude-o a abrir um bom “bocão” puxando um pouco o queixo dele para baixo, com delicadeza. Você pode fazer isso mesmo que ele já esteja mamando, para entrar mais peito ainda na boca dele.

– O bebê fica com a boca de “peixinho” ou seja, com o lábio de baixo “enrolado” para fora. Dessa forma a sucção é muito mais eficaz. Ao abocanhar uma boa parte da mama, o bebê consegue colocar seu seio mais profundamente na boca. Assim, o mamilo ficará no fundo da boca dele, na área em que o céu da boca (palato) já é mais macio. O maxilar do bebê se move para cima e para baixo, seguindo-se à ação da língua, e o bebê engolirá o leite à medida que ele chegar ao fundo de sua boca.

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Mais dicas aqui.

Fotos: Tuttyfrutti

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A importância da amamentação na formação do rosto

Meninas, vocês já pensaram em quanto a amamentação é importante na formação do seu bebê, certo? Mas e na formação do rosto dele? Especialistas dizem que a região da boca pode ser a maior vilã das crianças na hora de formar bem a face. Será?!

A amamentação fortalece os músculos do rosto e exercita a respiração. Tudo isso junto direciona a formação dos ossos dessa região. Vai depender da fome do seu pequeno, quanto mais fome, mais sucções ele vai fazer para tomar o leite. Essas sucções podem variar de cinco a 30 por minuto. Esse exercício que ele faz (e que deixa ele exausto, não é verdade?) é super importante para a formação da arcada dentária e desenvolvimento da fala. Está tudo interligado!

A função da fala depende da formação óssea a muscular da área do rosto. O posicionamento da boca ao redor dos mamilos estimula pontos articulados que irão produzir os fonemas, e a tonificação da língua, bochechas e lábios é essencial na geração das palavras.

E a mamadeira? A mamadeira pode ser muito prejudicial, pois este fluxo de leite do bico artificial nunca vai conseguir se igualar ao natural, mesmo que seja no formato ortodôntico. A mamadeira obriga o bebê e alterar a posição da língua e acaba engolindo da forma errada. Claro que tem muitas mamães que não têm leite ou, por algum motivo, não podem amamentar. Então é imprescindível buscar um equipamento de qualidade para dar o leite ao filho na tentativa de compensar. E se você sentir que o desenvolvimento do seu pequeno pode estar prejudicado, não deixe de procurar um especialista. Dentistas e fonoaudiólogos sempre podem ajudar, não precisa esperar um problema para procurar estes profissionais, previna-se!

Fonte: Dentistry

Foto: Pinterest

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Regurgitação e Refluxo – Dicas e cuidados

Muitos bebês apresentam regurgitação ou refluxo após as mamadas, mas apenas uma pequena porcentagem desses eventos é considerada grave ou necessita de algum tratamento.

Tanto bebês que recebem leite materno quanto os que recebem fórmulas em pó podem apresentar regurgitação ou refluxo. A diferença está nos sinais que devem ser observadas por nós, mais abaixo explico melhor!

Bem, levando em conta que a saúde do nosso bebê é um cuidado fundamental, quanto mais informação nós tivermos, melhor será nosso entendimento e preparo para buscar a devida orientação.

Refluxo ou Regurgitação. O que é? Como acontece?

“O esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. Na sua parte inferior existe um esfíncter que se abre para a passagem do alimento e se fecha para que o alimento não volte.”

É importante observar que em bebês muito novinhos, essa válvula (esfíncter) ainda não está completamente desenvolvida, sendo que até os seis meses de vida, esse evento pode ser considerado normal. O bebê apresenta pequenos vômitos, tosse (como quando dizemos que o alimento “entrou pelo buraco errado”) e soluços.  Entre seis meses e um ano, o desenvolvimento desse sistema deve estar completo.

Refluxo Gastresofágico: se dá quando essa válvula responsável por não permitir o retorno dos alimentos do estômago para o esôfago falha, fazendo com que o bebê devolva o leite e outros conteúdos gástricos em forma de vômitos.

Regurgitação: É o refluxo fisiológico. Todos os sinais descritos mais acima, quando sem exageros, em pequenas quantidades e mais espaçados, que não afetam o desenvolvimento do bebê, são considerados normais. É o pequeno “arroto” após as mamadas, ou vômitos em forma de “queijinhos”.

Na verdade, o refluxo gastresofágico é um problema que se apresenta tanto em bebês e crianças maiores quanto em adultos. Mas claro que com os bebês a atenção deve ser redobrada.

O refluxo é considerado uma doença quando, principalmente após esse período, ainda está frequente, em grande quantidade e permanecendo por longos períodos, você passa a notar que seu bebê não está aceitando bem a alimentação, fazendo com que seu desenvolvimento fique prejudicado.

Esse processo de repetição do refluxo pode causar esofagite, que é a inflamação do esôfago, fazendo com que os pequenos realmente se desinteressem pela alimentação. Sempre procurem o pediatra para esclarecer as suas dúvidas.

Alguns sinais que você pode observar:

  •       Perda ou não ganho de peso;
  •       Crescimento estacionado;
  •       Irritabilidade;
  •       Choro persistente;
  •       Não aceitação dos alimentos;
  •       Alteração no sono;
  •       Complicações de ouvido, nariz e garganta;

É fundamental que tenhamos o costume de observar nosso bebê, de modo a perceber rapidamente qualquer alteração nos seus hábitos e nas suas características.

Após os seis meses de vida, de acordo com o seu desenvolvimento, a válvula já está com seu funcionamento estabelecido, já “amadureceu”. Além disso, o bebê já consegue se firmar melhor, ter uma postura mais ereta que vai facilitar a ingesta. Ele também estará experimentando novos alimentos, mais sólidos, fazendo com que o refluxo seja reduzido gradativamente, até desaparecer por completo.

O Refluxo Gastresofágico pode trazer complicações?

A maioria dos refluxos em bebês se cura sozinha, após um ano de idade. Porém, devemos sempre ficar atentos, e algumas situações devem ser observadas por nós: quando o alimento volta a boca do bebê, pode acontecer de ele não conseguir expelir uma parte e isso faz com que ele não consiga respirar –  isso se chama apnéia. Ele também pode aspirar (respirar o conteúdo) para os pulmões, podendo causar uma pneumonia. As duas situações são consideradas graves. Para tentar evita-las, existem alguns cuidados que devemos ter, eles estão listados abaixo.

Dicas que podem ajudar as mamães:

  •       Não deixem de amamentar no peito por causa dos episódios de refluxo, a não ser por recomendação médica;
  •       Peça orientações. Aprenda a forma correta de amamentar, pois isso ajuda o bebê a não engolir tanto ar nas mamadas, diminuindo as regurgitações;
  •       Após as mamadas, coloque seu bebê em pé, no colo – barriga com barriga – até que ele “arrote”, por no mínimo 10 minutos até coloca-lo de volta no carrinho ou no berço;
  •       Se seu bebê recebe leite em mamadeiras, supervisione as mamadas, nunca o deixe sozinho nem por um minuto;
  •       Fracionar as mamadas: menor quantidade mais vezes ao dia, para evitar a distensão abdominal e gases que podem provocar também cólicas – muitas mamães preferem oferecer mamadas longas, para tentar otimizar seu dia e não precisar acordar várias vezes à noite, pois é extremamente cansativo, mas para o bem dos bebês, essa recomendação deve ser levada em conta;
  •       Deixar o carrinho ou o berço em posição elevada no tronco e cabeça ajuda a evitar que o leite retorne, facilitando o que os médicos chamam de esvaziamento gástrico e reduzindo a acidez do estômago;
  •       Utilize travesseiros para fazer essa elevação, já existem travesseiros antirrefluxo, assim como as mamadeiras;
  •       Em crianças maiores, devemos evitar oferecer alimentos gordurosos, chocolate, refrigerantes, iogurte e frutas ou sucos ácidos;

Já existem no mercado algumas opções de produtos antirrefluxo, como travesseiros e mamadeiras, que podem ser consideradas, fale com o pediatra do seu bebê sobre isso;

Há medicamentos e cirurgias como opção de tratamento para Refluxo Gastresofágico, mas se adotarmos esses cuidados em casa, as chances de precisar recorrer a esses tratamentos é mínima, quase nula. O que é muito bom para os pequenos!

Independente das informações postadas aqui ou das demais que encontramos pela internet, sempre procure um médico de confiança, especializado, que poderá ajudar a tirar dúvidas e tomar a melhor decisão. E seu bebê se desenvolverá lindo e saudável como deve ser!

 Via: Guia do Bebê e Baby Center

Imagens: The Parenting Magazine, Lifeway, Cute Baby Pictures

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