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Aniversário do Avião – Rafa 2 anos

Parece que foi ontem que mostrei a festinha de 1 ano do Rafael aqui no blog pra vocês… voou!!! E falando em voar (rs) o tema da festa de aniversário de 2 anos do Rafa foi avião, porque ele ama!! Organizei tudo antes mesmo da Alice nascer, porque sabia que ficaria muito puxado ver tudo neste um mês que entre o nascimento dela e o aniver do meu filhote. Pra escolher o tema foi fácil, pois meu filho adora carro, caminhão, trator e avião… pensei junto com a Lis Fonseca e optamos pelo avião – achamos que o tema era fofo e ficaria legal escolher  apenas um dos meios de transporte, para dar mais identidade ao evento. Eu confio total na Lis, então disse mais ou menos o que queria e deixei tudo com ela. O resultado foi este, maravilhoso, que vocês vão poder ver graças aos cliques perfeitos da querida fotógrafa Alessandra Pinho.

Ah… os aviões de metal que deram um super toque na decoração comprei neste site aqui e as lembrancinhas encontrei no Elo7.

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Fotos: Alessandra Pinho

Doces e decoração: Lis Fonseca

Identidade gráfica: Empório Design

 

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Viajando para o exterior com seu pet {dicas}

Meninas,

Estou devendo este post pra vocês há um tempão! Como muitas de vocês já sabem, em fevereiro viajei de férias com meu marido e a Belinha para o Canadá. Queria muito dividir a minha experiência com vocês. Fomos super criticados e até ridicularizados por amigos e pessoas da família por fazer uma viagem internacional com um bichinho de estimação. Como eu e meu marido queríamos muito a companhia da Belinha e como este blog mesmo diz, “nossos pets são membros da família”, ignoramos os conselhos e palpites e lá fomos nós, com mala, Belinha e cuia, rumo às terras geladas da América do Norte! 🙂 E foi a melhor coisa que fizemos.

Se nos privamos de alguns programas e passeios? Sim, de alguns, mas estávamos preparados e cientes disso! Queríamos uma viagem super relax e sem preocupação de visitar todos os pontos turísticos de cada cidade. O Canadá é um país pet friendly e, com o carrinho para pets que compramos ainda no Brasil, pudemos entrar em muitos lugares, incluindo shoppings e alguns restaurantes e cafés, exatamente como fazemos aqui com a Belinha.

Dicas importantes:

1. A Belinha é uma cadelinha de pequeno porte, então pôde nos acompanhar no voo dentro da cabine. Isto foi fundamental para decidirmos viajar com ela. Acho que lá em baixo no avião com as malas é muito arriscado. Certifique-se de fazer a reserva na companhia aérea com antecedência e verifique as regras de cada uma delas quanto ao transporte de animais domésticos. Veja aqui e aqui  outros posts que já publicamos com mais detalhes. Agradecimento mais do que especial à nossa querida Geni, da Planeta Viagem que cuidou de tudo pra nós!

2. Normalmente os cães da raça shih tzu têm um temperamento calmo, e com a Belinha não foi diferente. Não houve necessidade de dar nenhum remedinho para ela dormir, nem Dramin, nem nada. Ela não amou ficar dentro da caixinha de transporte (choramingou no início), mas logo acabou dormindo. Voos noturnos são a melhor opção. Colocamos uma camiseta usada dentro da caixa com o nosso cheirinho para ela se sentir aconchegada durante o voo. Toda hora fazíamos carinho e falávamos com ela, para ela sentir que estávamos ali e que nada de ruim iria acontecer. Consulte o veterinário pra ver o que é melhor para o seu bichinho. 

3. Todos os hotéis que ficamos eram pet friendly, ou seja, permitiam e recebiam muito bem os animais de estimação. Não esqueça de checar esta informação no momento da reserva e evite surpresas desagradáveis. Petiscos, mantinhas, potes com água e para ração, pomadas para as patinhas, são alguns dos mimos que a Belinha ganhou. Alguns hotéis permitem que você deixe o cachorrinho  sozinho no quarto por um período curto de tempo, para sair pra jantar, por exemplo. Outros, oferecem ainda o serviço de “pet sitter”, para que você possa fazer aquele programa imperdível sem se preocupar com seu mascote. Usamos este serviço em Montréal e adoramos! Consulte o conciérge do seu hotel e saiba como funciona.

4. Outro receio que tínhamos era que ela estranhasse os hotéis e ficasse estressada e sem comer. Graças a Deus correu tudo bem e ela adorou cada lugar por onde passamos e comeu normalmente. Como não é possível entrar no país com ração, prepare-se para comprá-la assim que chegar no destino. De cara não encontramos a que a Belinha usa, então tivemos que comprar de outra marca até encontrar a dela, o que levou alguns dias. Tenha isso em mente, caso seu cachorrinho tenha problemas em mudar de ração ou mesmo problemas digestivos.

5. O Pet car também nos foi super útil, pois quando passávamos o dia na rua, a Belinha não se cansava das longas caminhadas e podia nos acompanhar super disposta! Além disso, a facilidade permite entrar em diversos locais que, sem o carrinho, não seria possível como lojas, shoppings, galerias e restaurantes. Colocamos um travesseiro super fofo e confortável, uma mantinha, brinquedos, levamos a garrafinha d’água, petiscos e ela nos acompanhava ao longo do dia feliz da vida!

6. Além de toda a burocracia e papelada para ir para o destino da viagem, você também vai precisar fazer o mesmo lá. Então não bastam os documentos que você providenciou aqui no Brasil. Ainda será preciso consultar um veterinário autorizado do local e ver as regras e exigências do país para sair com animais de estimação e retornar para o Brasil. Perdemos um tempão fazendo isso, é preciso muita paciência e disposição. Agradecemos à Natalie, conciérge do Hotel Fairmont Queen Elizabeth, que resolveu tudo para nós com muita eficiência e simpatia! 🙂

Então, é isso, gente! Eu amei viajar com a Belinha e pretendo repetir na próxima viagem internacional! Inclusive até já planejo o destino para locais que eu sei que terei facilidade para transitar com ela!  🙂

Se tiverem dúvidas, não deixem de perguntar nos comentários, tá? Terei o maior prazer em ajudar!

beijos e boa viagem!

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Viajando com os pets

Eu amo viajar e estou há um tempinho planejando uma viagem, mas não quero nem pensar em ter que deixar a minha Belinha, afinal ela é minha filhota e membro da família! Quando digo que quero levá-la comigo para onde eu for, alguns me olham torto e me acham doida (será?). Mas eu e meu marido fazemos questão de levá-la! Não gosto da ideia de deixá-la num hotel para cachorros… por mais legais que eles sejam, não sei o que ela vai sentir, acho triste imaginá-la longe da gente, sem entender o que vai acontecer… Além disso, imagina que amor ela nas fotos das viagens, passeando conosco?

Então, além de verificar nos hotéis se eles são “pet friendly“, é fundamental conhecer as regras das companhia aéreas. Já postamos algumas dicas aqui e aqui, mas vale a pena atualizar as informações sempre! Olhem só as dicas da Revista Viagem:

DOCUMENTAÇÃO

Voos nacionais

Em todas as companhias, certificado de vacinação antirrábica (vacina datada de 30 dias a um ano do voo) e atestado de saúde emitido pelo veterinário no máximo dez dias antes do embarque. Azul e Gol só embarcam pets com idade mínima de 4 meses (na TAM e na Avianca, animais com menos de 3 meses precisam de autorização do veterinário para voar).

Voos internacionais

Com a documentação exigida nos voos nacionais, procure o posto do Ministério da Agricultura para a emissão do Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), válido para embarque em até dez dias. Para União Europeia e Japão, e nos voos da Emirates, também é necessário um laudo de sorologia antirrábica emitido pelo Instituto Pasteur (www.pasteur.saude.sp.gov.br) e pelo Laboratório de Zoonoses e Doenças Transmitidas por Vetores (link em www.prefeitura.sp.gov.br). Providence-o cerca de 90 dias antes do embarque para a Europa ou o Japão e um mês antes do voo para Dubai. Europa e Japão exigem ainda um microchip de identificação (consulte um veterinário).

PETS NA CABINE DE PASSAGEIROS

Voos nacionais

Avianca: reseva de 48 horas, somente um animal por trecho e peso máximo de 5 quilos com kennel.

Azul: máximo de três pets na cabine por voo, limite de 5 quilos por animal com kennel.

Gol: não permite animais na cabine.

TAM: com reserva de no mínimo 24 horas, são permitidos apenas dois pets por aeronave e desde que animal mais kennel não excedam 10 quilos.

Voos internacionais

Air Canada: máximo de quatro animais na cabine por voo, peso máximo de 10 quilos (animal e kennel).

Air France: máximo de três pets na cabine por voo (reseve uma semana antes), limite de 6 quilos por animal com kennel.

Emirates: não permite animais na cabine.

TAM: com reserva de 24 horas (são permitidos só dois pets por voo) e desde que o peso do animal com o kennel não exceda 10 quilos.

TAP: limite de 7 quilos (animal e kennel); reservar 72 horas antes.

United: não há limite de peso, somente de dimensões do kennel.

TAXAS

Voos nacionais

Na TAM, R$ 90 mais a soma do peso do animal e do kennel multiplicada por 0,5% da tarifa cheia. Na Gol, sob a mesma fórmula, a taxa é de R$ 70, e a porcentagem, de 1%. Pela Avianca, paga-se apenas o peso do pet e do kennel multiplicado por 0,5% da tarifa. A Azul cobra somente uma taxa fixa (R$ 100).

Voos internacionais

Na Air Canada, a tarifa é de CAD 100 em voos para a América do Norte. Na Air France, de € 20 (na França) a € 200 (trechos intercontinentais). Na Emirates, o preço depende do destino e do tamanho do kennel. Na TAM, US$ 50 mais os impostos cobrados pelo destino e o eventual custo de excesso de bagagem. Na TAP, a taxa é de US$ 150 para até 23 quilos (animal mais kennel). Na United, de US$ 100 (até 32 quilos) a US$ 200 (acima disso).

Por Karla Keunecke

♥♥♥

Fonte: Revista Viagem

Fotos: Medicina Veterinária e reprodução

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Cães em viagens de avião

Como acabei de chegar de viagem (voltei de vez para o Brasil), também acabei de passar pela ansiedade de trazer minha cadela de volta no avião. Estas situações sempre me deixaram muito nervosa, ainda mais pelo meu cão se tratar de um bulldog inglês… por isso, acho muito importante que quem tiver que viajar com seu pet esteja muito bem informado para que não tenha nenhum tipo de emprevisto na hora do embarque.

Dessa forma, esta semana a nossa querida vet Viviane vai falar sobre o assunto: cães em viagens de avião. Confira!

Acompanhamos recentemente a perda do canino Pinpoo no aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre. O cão ficou desaparecido por duas semanas, teria fugido da caixa de transporte e perdeu-se pelo aeroporto e imediações. Esse fato expõe o medo que temos em transportar animais em aviões, ainda mais nossos bulldogs que em função do peso nunca poderiam embarcar na cabine. Já tivemos inúmeros episódios envolvendo bulldogs em viagens de avião, e algumas companhias nacionais não aceitam transportar a raça. A maioria dos casos o ganho de causa foi do dono do Bull, mas não há ressarcimento que supere para a perda de um amigo. Assim vamos deixar algumas dicas pra quem tem que transportar seu Bull, seja pra exposições, mudança de endereço ou turismo.

1. Caso o Bull seja filhote e possa embarcar na cabine, reserve o quanto antes, pois as empresas de aviação limitam o número de animais embarcados;

2. Confirmar que o tamanho da caixa é adequado o porte do animal e se a porta da caixa de transporte é segura e fecha bem;

3. No caso de cães braquicefálicos desaconselhamos que viajem com panos ou cobertas, pelo risco de se enrolarem e risco de asfixia;

4. Identifique o bulldog colocando na peitera ou coleira os dados, assim como também coloque a identificação na caixa de transporte;

5. Os vôos noturnos são os mais indicados pelo menos movimento do aeroporto e por o Bull estar mais cansado e dormir melhor;

6. Evite alimentar o cão até 12 horas antes da viagem, assim o risco de vomitar e engasgar é menor. A água é liberada até 1 hora antes do vôo;

7. Caso o dono do cão embarque no mesmo vôo, avisar o piloto ou comissários que há carga viva no avião. Mesmo que teoricamente eles já saibam, não custa relembrar;

8. Caso o vôo faça conexão, retirar o cão da caixa de transporte e dar uma volta com ele, verificar se não quer urinar e defecar;

9. Não aconselhamos bulldogs que tenham patologias pré-existentes como cardiopatias a embarcar.

Documentação necessária para embarcar vôos nacionais (Revista Viagem e Turismo, maio de 2011):

1. Certificado de vacinação antirrábica (validade de 30 dias a 1 ano) e atestado de saúde do veterinário com 10 dias no máximo de validade;

2. Azul e Gol só embarcam animais com idade superior a 4 meses;

3. Na TAM e Avianca animais com menos de 3 meses precisam autorização do veterinário para voar;

4. Para pets na cabine reservar com antecedência e verificar com cada empresa aérea os requisitos;

Documentação necessária para embarcar vôos internacionais (Revista Viagem e Turismo, maio de 2011):

1. Providencie a documentação nacional e procure o posto do Ministério da Agricultura para emissão do Certificado Zoosanitário Internacional, valido por 10 dias;

2. Para vôos para UE, Japão e pela Emirates é necessário o laudo de sorologia antirábica (verifique com seu veterinário como obter);

3. A UE e Japão exigem cães com microchip de identificação;

4. Para pets na cabine reservar com antecedência e verificar com cada empresa aérea os requisitos.

Dra. Viviane Dubal – CRMV/RS 8844

Formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e proprietária da Clinica Veterinária Saúde Animal em Porto Alegre.

Contato: vivianesd@bol.com.br

Foto: thepoochwearsprada.com

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