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Como controlar a ansiedade pré-casamento

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E se chover? E se a cerimônia atrasar? E se esquecerem de levar as alianças? Ou se acontecer algum imprevisto com o vestido? Onde vamos morar? Vamos conseguir pagar todas as contas em dia?

Qual noiva nunca ficou preocupada com os detalhes do grande dia? Se você é noiva, tenho certeza que alguma dessas perguntas já passaram pela sua cabeça, ainda mais se estiver prestes a subir no altar. Ficamos tão neuróticas para que tudo saia conforme planejamos que todas as nossas energias ficam focadas na organização do casamento. Quando percebemos, deixamos de comer bem, acabamos dormindo mal, passamos horas pesquisando coisas relacionadas ao tema na frente do computador e deixamos até de nos divertir. Isso quando não somos pegas pela insônia, não é? Quando a ficha cai – e, às vezes, nem cai – a ansiedade já tomou conta de nós e nosso coração fica acelerado todo tempo. Não há nada de errado em planejar, mas é preciso se cuidar.

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Calma, menina! Dias antes, qualquer motivo nos deixa super irritadas e pode sobrar bronca até para as pessoas mais próximas. O que não percebemos é que tudo isso só coopera para que nós estejamos exaustas no dia mais importante da nossa vida.

É possível amenizar todo este stress, desde que você esteja disposta a se organizar e saiba aceitar a ajuda das pessoas que te amam. Relaxe com os mínimos detalhes, você não precisa saber até a cor da calcinha da sua madrinha. (parece exagero, né? Mas muitas noivas querem controlar tudo).

Muitas vezes nos preocupamos com detalhes que no dia ninguém nem vai perceber. Portanto, identifique o que realmente merece a sua atenção direta e o que pode ser terceirizado (é aí que entram as pessoas que nos amam).

Cuide-se. Esforce-se para dormir bem e se alimentar de maneira saudável, afinal você precisa estar maravilhosa para ser a estrela da festa e ficar doente nas vésperas do casamento não irá lhe ajudar com isso. Além disso, se você tiver noites bem dormidas e não se entupir de besteiras, terá mais disposição durante o dia para resolver os pepinos que podem surgir.

Conforme-se, algo sairá do seu controle. É triste, mas é verdade. Seu casamento não será exatamente como você pensou, porque afinal de contas você não é a mulher maravilha para controlar tudo e todos no dia. Aceitar isso antes da cerimônia é um grande passo para não se estressar tanto durante os preparativos e no grande dia também, caso algo fuja do planejado.

Não deixe de fazer o que você gosta. Correr, ler um livro, ir ao cinema, sair com os amigos só para jogar conversa fora… não deixe de viver sua vida normalmente por causa dos preparativos. Faça o que você ama, o que lhe traz prazer, isso pode ajudá-la a distrair-se e mandar o stress lá para China!

Não ligue para o que dizem. São tantas opiniões alheias que é um milagre as noivas não saírem matando por aí hahaha. As pessoas querem dar opinião? Deixa dar, deixa falar, não discuta. Não gaste sua energia discutindo por algo que muito provavelmente a sua vontade prevalecerá.

Não mate seu noivo. No pré-casamento muitas vezes dá vontade de matar até o noivo. Muitos noivos não se interessam muito pelos preparativos e isso deixa qualquer noiva irritadíssima. Se você ficar nervosa, só o fato dele espirrar do seu lado já será motivo para te deixar irritada. Cuidado! Seu noivo não tem culpa de nada. Se ele não se interessa, respeite. Não queira fazer ele se arrepender de ter lhe pedido em casamento.

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É difícil relaxar quando estamos passando por momentos tão importantes da nossa vida. Pessoalmente, eu gosto de pensar que os momentos de stress são pequenos considerando tudo que eu tenho para viver ainda. Lógico que o casamento é um dos dias mais importantes da vida de qualquer um. Eu gosto de pensar: “O que são os pequenos detalhes perto de toda minha vida?”. Depois que tudo passar, você verá que o stress bobo não era importante e provavelmente vai rir disso tudo. Isso ajudará a dar importância ao que realmente merece sua atenção.

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5 dicas do que dar a quem se ama neste Natal

Se você ainda não conseguiu escolher um presente de Natal para dar a quem você ama, que tal dar algo que seja realmente importante quando falamos de relacionamentos? Veja a lista:

1. ATENÇÃO
Sim, porque ainda é muito importante saber que alguém se interessa por você e pelas suas coisas.

2. CARINHO
Não adianta nada um embrulhão, se não tiver pelo menos um recadinho especial dizendo com suas palavras o que essa pessoas significa para sua vida.

3. RESPEITO
Respeitar é muito mais que apenas dizer palavras educadas. Respeito também diz sobre caráter. O respeito aumenta mais ainda a intimidade.

4. GRATIDÃO
Estar ao lado de alguém que é grato por tudo é realmente o melhor presente que alguém pode receber. Afinal de contas, amar é também saber levar em conta aquilo que nos une.

5. SORRISOS
Um sorriso é algo simples, mas com grandes efeitos. Não é nada romântico no ato de sorrir, até porque sorrir é qualidade de quem sabe amar nas proporções exatas. Sorria sem motivo, ou melhor, torne tudo um motivo para sorrir.

Obs: Se quiser, dê os presentes tradicionais, mas não esqueça do que é realmente primordial.

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A dura missão de ser NÓS

Algumas dúvidas se fazem hóspedes vitalícios em meu coração. Uma das grandes perguntas que tenho feito é: O que faz com quem duas pessoas decidam para sempre ficar juntas?

Dentro das várias possibilidades de respostas, uma se sobressai no meu coração. Devo admitir que acredito mesmo em uma espécie de “corda” que nos liga entre si e também nos atrai continuamente um ao outro.

Não acredito em destino também. Já parou para pensar a quantidade de possibilidades de encontros que o mundo nos dá na vida? Qual é a chance de encontrarmos uma pessoa certa para nos tornar “nós” durante os trajetos da vida?

A maioria das pessoas procuram entender o mundo simplesmente como uma sequência de acontecimentos desordenados que compõem casualmente os caminhos que nos levam um ao outro. Particularmente, também não tenho tanta fé assim. Não acredito que existem apenas um pessoa que corresponde a outra no universo, mas sim que o amor é uma união entre as oportunidades e as decisões de amar um ao outro.

Hoje, sou realmente grato por ter encontrado alguém que aceitou este desafio de ser um só comigo. A vida que levamos juntos é o que me faz não desencantar com a realidade tão nua e crua apresentada por este mundo. O amor ainda é uma esperança viva.

Demorou, mas aprendi que não há desculpas para amar alguém. A gente ama e pronto. Passamos bastante tempo procurando certezas, pedindo aos céus um pouco mais de clareza nos sentimentos, e com isso, acabamos esperando, sem querer, alguma garantia para evitar que quebremos a cara, para então, só assim, investir em um relacionamento. Bobagem. Amar é necessário, mas não é possível vivê-lo sem evitar consequências naturais de uma vida a dois.

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Uma outra pergunta que venho fazendo é porque parece que existe na maioria de nós um desejo pela união, se hoje existem muitas outras possibilidades de relacionamentos? Bem, a resposta mais óbvia é que, por mais que nos esforcemos, não conseguimos pertencer a mais de uma pessoa numa entrega mútua e íntegra. O amor exige certa exclusividade.

O amor é realmente esse desejo, porém, ultimamente, estamos amando e desamando com um velocidade tão assustadora que o conceito de amar também já se tornou banal. Sem contar, as inúmeras pessoas que até se amam, mas que não conseguem conviver entre si por puro egoísmo, por não querer se rebaixar ou até mesmo por um motivo social boboca como priorizar a carreira, e acabam deixando tudo para trás para não ter que abrir mão desse algo em nome de um amor.

O fato é que precisamos definir melhor o que sentimos. No tempo em que vivemos, as palavras amor, paixão e desejo acabam perdendo seus significados e as vemos como se fosse a mesma coisa.

Gosto de perceber a união entre duas pessoas como um modelo indissolúvel, creio mesmo que precisamos realmente aprender com os modelos mais tradicionais. A separação, para eles, não vem pela conveniência, mas sim pela falta expressa de objetividade comum.

Nossos avós se separavam menos que nós, não só porque eles escolhiam insistir maisque a gente diante dos problemas, mas porque eles sabiam que um dependia do outro para fazer a coisa acontecer. Além disso, eles não acreditavam nesta divisão entre, família, trabalho, relacionamento e tempo como prega o nosso catecismo cotidiano. Para eles, todas estas coisas andavam juntas.

Nesse sentido, casar-se não era um teste para ver se duas pessoas podiam ficar juntas ou não, eles simplesmente se uniam para amar e ser amadas. Amar não tinha a ver com paixão arrebatadora dessas que vemos nas novelas, nem tampouco com sexo insano de final de semana que procuramos ter em cada uma das aventuras amorosas que nos enfiamos.

Deixamos de procurar companheirismo, amizade, parceria para continuar apenas investindo em experiências pela busca de se embebedar de prazer sem fim. Não queremos mais voltar para casa no fim do dia e ser recebido pelo amado, preferimos os lugares barulhentos e agitados das multidões, não queremos mais ombros para nos apoiar, mas corpos inteiros para consumir e jogar fora no outro dia, não queremos mais palavras sinceras de amor, queremos apenas um “bom dia” no dia seguinte e um “até logo” quando a porta fechar, não queremos mais um colo para descansar, mas  sim um número  de transas para contabilizar e contar aos amigos.

Agradeço a Deus por ter superado isso. Por que sei que pior que possa ficar a vida, terei sempre o mesmo abraço para me esmagar. Creio mesmo que nenhuma união consegue viver sem amor, mas também, nenhum amor consegue viver sem união. O que passar disso é ilusão que o amanhã vai revelar.

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