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Dividindo a cama com seu pet

Gente, quem tem cães e gatos em casa já deve ter passado pelo dilema de decidir se deixava seu pet dormir junto na sua cama ou não, não é mesmo!

Afinal de contas acho que é uma tremenda tentação para eles ficar debaixo das nossas cobertas, bem aquecidos e próximos aos seus donos. Enquanto nós, que somos dotadas de corações enormes e que derretem facilmente, nos dobramos aos encantos e aos olhinhos miúdos deles nos implorando para dividir um cantinho que seja da nossa cama! Não é exatamente assim?

Pois é, estava pesquisando sobre o assunto para saber se esse hábito dos nossos pets – que nós permitimos muitas vezes na vida – é saudável ou recomendado pelos médicos veterinários, pois fiquei realmente curiosa! Não é nada fácil tirar esse hábito depois que eles conquistam território! E vamos combinar que nossos pés ficam bem quentinhos no inverno com eles por ali, né!

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Alguns pontos importantes:

“Pessoas com alergias não devem deixar cães ou gatos dormirem em sua cama, nem permitir sua presença no quarto, pois isso pode desencadear uma crise alérgica grave.”

” Em pessoas saudáveis não há contra-indicações, desde que não atrapalhe o seu sono nem interfira em sua rotina diária.”

“Se a pessoa é alérgica e mesmo assim faz questão da presença de seu bichinho de estimação no quarto, consulte seu alergista e avalie bem os prós e contras.”

“Mais de 50% dos donos de cães e gatos permitem que os bichanos durmam na cama com eles.”

“Os riscos de doenças relacionadas ao contato com os animais existe, embora não seja frequente. Por isso é tão importante manter a vacinação  deles em dia, além de alguns cuidados de higiene básicos.”

“É importante estabelecer uma espécie de combinação com seu animal de estimação e não alterá-la. Se você autorizou que ele suba em sua cama, que durma com você, fica confuso para ele se de repente você passa a negar essa regalia. A falha na comunicação entre você e seu pet pode gerar um estranhamento e até estresse, e isso pode ser evitado mantendo uma rotina!”

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O que pude notar sobre as recomendações é que pesando os riscos e benefícios, desde que seu pet esteja com as vacinas em dia e seja um bichano caprichoso (leia-se dono caprichoso que mantém a higiene e os cuidados do seu cão ou gato em dia), não há problema algum, inclusive ajuda no bem estar de quem convive com ele!

Outra coisa que falam bastante é sobre a personalidade dos pets: alguns são super brincalhões e simplesmente escolhem a hora errada de nos chamar para brincar com eles, por exemplo no meio da madrugada, ninguém merece! Ou então, você ganhou aquela folga no final de semana e resolveu esticar umas horinhas na cama, e seu gato começa a desfilar em cima de você, a miar e te afofar…  Ou seu cãozinho carinhoso, dando lambidas no seu rosto (um super bom dia personalizado) e pequenos latidos! Não tem jeito, enquanto não levantar e dar atenção para eles, você não terá sossego!!! Pense bem nisso antes de tomar a decisão, inclusive a de ter um pet em casa!

A dica para esses casos – se você insiste em tê-lo em cima da cama –  é cansá-los bem antes da hora de deitar. Brincar, gastar as energias deles ao máximo, treiná-lo para fazer as necessidades antes de dormir e se possível, já deixar uma porção da ração disponível para quando acordarem poderem se virar sozinho… e não esquecer de deixar uma fresta na porta para o caso de eles precisarem dar suas escapadas noturnas pela casa, claro!

O ideal seria que os pets tivessem sua própria cama, que fossem ensinados desde bebezinhos a permanecer no seu cantinho. Como costumamos nos apegar demais e consequentemente deixamos eles tomarem conta da nossa vida, o mais comum na maioria das vezes é que eles realmente adotem a nossa cama como sua área preferida para as sonecas!

Agora me contem, meninas, vocês dividem a cama com seus pets? Eles tem livre acesso ao quarto ou terminantemente vocês não deixam nem chegarem perto da porta? Dividam com a gente suas experiências!!!

Fotos: Andrea Arden, The Berry, Sleep Care e Web MD

Fonte: Sandy Eckstein via Web MD e Bicho Saudável

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Cãezinhos recomendados para crianças

goddogforchildren-1 Cãezinhos recomendados para crianças

Quando temos crianças em casa e pensamos na possibilidade de ter um cachorro o primeiro pensamento que vem ou deveria vir à cabeça é: qual a raça mais indicada para conviver com meus filhos, que raça é mais companheira, mais carinhosa e tem mais paciência (entre outros requisitos, claro). Se nossos pequenos são ainda bebês, a preocupação deve ser maior ainda.

Há uma infinidade de raças para todo tipo de convivência, portanto vale a pena fazer uma busca detalhada em sites e com profissionais especializados nesses animais. É diferente da situação em que já temos um pet em casa, quando precisaremos apenas trabalhar com adaptações, fazendo o possível para não abandonar o animalzinho – já falamos disso aqui!

O que vou colocar aqui são algumas das raças mais recomendadas, dentre as características que citamos no início, para conviver com crianças. Não vamos citar todas, pois são muitas, mas as principais.

Outra coisa bem importante de lembrar, antes de qualquer decisão, faça uma pesquisa incansável sobre cada raça que mais te agradou, não deixe de tirar todas as dúvidas com o veterinário, leve em conta o espaço, a disposição e a disponibilidade, além disso, também considere a idade dos seus filhos.

Uma das dicas que os profissionais procuram dar é que o comportamento de animais da mesma raça podem variar dependendo dos pais que o geraram, além de como esses filhotes foram tratados e são tratados depois de adotados pela família.

Então, as informações que colocamos aqui não são para serem seguidas ao pé da letra, ok! Servem como um reconhecimento inicial, para vocês irem se familiarizando com as características de cada um… E também pode acontecer de uma raça que não está listada nas recomendadas se apresentar dócil e companheiro ou vice-versa, exceções podem existir!

Mais uma coisinha: por mais confiável que seja a raça que você escolher como companhia para sua família, nenhuma criança deve ficar próxima de animais de estimação sem a supervisão de um adulto!

Vamos dar uma conferida, então?

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01- São Bernardo – Fiel e devoto da família que o escolhe. Super companheiro e protetor de seu dono além de ótima companhia para crianças. É um cão muito bem humorado e brincalhão. Apesar do porte grande, não necessita tanto espaço e pequenas caminhadas já são suficientes para ele.

02- Beagle – Raça do famoso Snoopy das tirinhas de quadrinhos dos Peanuts, de porte médio, dócil, amigável e companheiro. Convive super bem em família.

03- Basset Hound – Apegado ao dono, dócil, carinhoso, bem disposto, tranquilo e muito companheiro.

04- Labrador Retrivier – É o mais popular entre as raças indicadas para crianças, apesar de seu porte grande. Cão confiável, relativamente fácil de treinar e companheiro para todas as horas. Só é preciso muito espaço e disposição para acompanhá-lo em exercícios diários.

05- Golden Retrivier – Alegre, muito ativo e bem disposto, ideal para crianças maiores. Necessita de espaço e exercícios regulares, assim como o Labrador.

06- PWD (Portuguese Water Dog) – Cão ativo, inteligente e muito obediente. Uma raça originalmente ajudante de pescadores, tem pelagem que resiste à água, ótimo nadador e companheiro.

07- Collie – Super protetor e guardião da família, ótima companhia para as crianças, ativo e bem disposto, além de ser um dos cães mais limpinhos por natureza!

08- Bulldog Inglês – O top dos tops para ter em casa, famoso por formar fortes laços com as crianças, gentil e protetor.

09- Cocker Spaniel – Inteligente, fiel ao dono, carinhoso, delicado e muito ativo. Fácil de treinar, companheiro e bem disposto, se adapta muito bem numa família e gosta de ficar dentro de casa.

10- Shih Tzu – Super companheiro de crianças e idosos, é dócil, carinhoso, ingênuo e bem disposto. Ideal para pequenos espaços e para dentro de casa, como o Cocker Spaniel.

11- Terrier Brasileiro – Ativo, brincalhão, esperto e valente para o seu tamanho. Ele é quem costuma adotar sua família e passa a ser um ótimo companheiro e guardião a partir daí. Vive bem em pequenos espaços, é muito paciente, portanto uma ótima companhia para crianças e idosos.

12- Yorkshire Terrier – Dócil, ativo e brincalhão, ideal para dentro de casa. Super inteligente, bastante recomendado para crianças e idosos. Gosta de colo e da companhia dos donos.

Agora, vocês podem compartilhar suas experiências e suas escolhas nos comentários… Contem pra gente como foi escolher o mascote da família, se já tinham ou escolheram depois da chegada dos filhos ou se ainda estão decidindo!

Contem tudinho, tá!!!

Fotos/ Via: Martha Stewart, Guia de Raças e Pequenos Cães

 

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Adaptando seu pet à chegada do bebê

Acho que é uma dúvida bastante comum para donos de pets que estão esperando o primeiro bebê: o que fazer ou como fazer para que o bichano não estranhe a chegada do novo integrante da família! Afinal de contas, ele já está na casa a mais tempo, já é dono do pedaço, né!!!

Pois é, parece muito complicado, mas digo que na maioria das vezes tudo acaba dando certo, sem perdas!!! E essas dicas podem valer para os donos de gatos também, embora seja sempre bom lembrar que os gatos são mais independentes e por isso tendem a não ligar muito para as mudanças, a não ser que elas afetem diretamente a rotina deles – eles costumam ser indiferentes, a interação com o bebê pode ser quase nula, mas isso pode mudar de gato pra gato, tem raças que são bem carinhosas.

Já os cães parecem ser mais sentimentais e sentem muito mais a perda de território para o bebê, podendo ter crises de ciúmes, as quais devemos ficar bem antenados! Em compensação, quando eles se sentem seguros e amados, demostram até que precisam “ajudar” a cuidar do pequeno ser que chega!

Preparando o terreno!

Pra começar, é fundamental que a rotina do seu animalzinho seja alterada minimamente, que o lugar onde ele descansa e se alimenta e seus objetos continuem no mesmo lugar de sempre. Ele precisa continuar sentindo que é amado, que não perdeu seu posto na casa. Além disso, quanto mais tempo ele tiver de convivência, mais se sentirá desnorteado pelas mudanças devido seu costume de marcar território, seja a poltrona do escritório, que agora virou poltrona da mamãe, e o próprio escritório, virando quarto do bebê.

Quando começar a montar o quartinho, leve seu pet até lá, mostre o berço, as roupinhas, acostume-o aos poucos ao novo ambiente. Se for fazer mudanças drásticas na sua casa, faça aos poucos, e deixe ele participar de perto, vá mostrando o que está sendo modificado. Dê um tempo para ele se adaptar e encontrar novos espaços onde poderá reinar.

Mostre também onde ficarão os brinquedos do bebê, o carrinho, espaços onde você não quer que ele fique circulando, é importante impor os limites que você deseja bem antes do bebê chegar, assim seu pet não fará associação com a chegada, pois já estará acostumado a nova rotina, indicando onde ele pode ou não chegar e inclusive seus novos horários de passeio, alimentação e carinho.

Uma recomendação legal é convidar seus amigos e familiares que tenham bebês para que ele vá se acostumando a presença de crianças na casa. O mais importante nessa fase de preparação é mostrar ao seu pet que o carinho não mudou e que vocês continuarão respeitando o espaço dele, assim ele se manterá tranquilo e causará menos transtornos. Outra dica interessante, que pode ajudar bastante nesse preparo é passear com o carrinho do bebê (pode perfumar com alguma loção ou talco que vá usar quando seu bebê nascer) pela casa, e convidar seu pet para acompanhar o passeio, fazendo-o cheirar o carrinho, por exemplo.

Finalmente chegou o dia, e agora?

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Combine com seu marido ou com algum familiar de acompanhar seu pet para uma aproximação, bem aos poucos, e com uma distância segura, mostre ao seu pet o bebê, deixe que ele sinta o cheiro e reconheça o novo membro que chegou. Se for possível (pois sabemos que nem sempre é), faça as apresentações já no primeiro dia, pois do contrário, seu bichinho pode entender como traição, ficar ressentido ou desconfiado e não aceitar bem a mudança. Uma coisa que você pode fazer, é deixar um minutinho o bebê com seu marido ou familiar, e ir cumprimentar seu bichano sozinha primeiro, dar uns minutinhos de atenção e explicar que vai apresentar alguém à ele, e só depois chamá-lo para ver o bebe. Importante: evite os movimentos bruscos com o bebê, como levantá-lo e girá-lo na frente de cães, eles podem pensar que é uma brincadeira e acabar machucando.

Com o bebê já em casa, comece a mostrar e fazê-lo cheirar as roupinhas usadas, deixe ele participar de perto em algumas atividades,  como troca de fraldas ou mamadas, chame-o para a companhia de vocês quando estiverem com o bebê no colo, mostre que ambos são importantes na vida de vocês, que ele continua tendo seu espaço, que embora haja mudanças, ele continua sendo amado pela família, né!

É importante a gente manter o carinho e os cuidados que tínhamos para com o pet antes do nascimento do bebê, manter o horário da alimentação, dos passeios, continuar incluindo ele nas atividades da família. Quanto antes a gente fizer as mudanças, menor a chance dele associá-las ao evento da chegada do bebê.

Em geral, o que vemos nas famílias é uma relação saudável entre pet e bebê, principalmente nos cães,  a gente observa até uma certa proteção, um cuidado, como se ele estivesse sempre de guarda, a cuidar para que nada de mal acontece ao novo integrante. Há histórias lindas sobre essa relação, por isso acho tão importante a gente fazer de tudo para manter nosso pet na família do mesmo jeitinho de quando ele chegou!

Então, antes de entrar em desespero e querer se desfazer do seu pet por causa da chegada do seu bebê, pense bem as possibilidades, converse com seu médico, com o veterinário, é muito importante conhecer as características da raça do seu bichano, pois infelizmente, as vezes acontece uma incompatibilidade mesmo, aí não tem jeito! Mas é legal tentar fazer com que essa relação dê certo, pois seu bebê crescerá amando os pets tanto quanto você ama!

Aqui tem uma matéria super legal sobre a chegada do bebê em uma casa com dois  gatos! Vale a pena dar uma olhadinha. E aqui mais algumas observações sobre a chegada do bebê em uma casa com cães!

Fotos:  Bicho em Casa e Webmaster Grade

Via: Bicho em Casa

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