cortejo de casamento


Cortejo de casamento: confira o passo a passo da entrada e saída

Independente do estilo escolhido para o casamento, um ponto comum em todas as celebrações costuma ser a ordem de entrada e saída dos noivos.


O cortejo, como é conhecido, pode ser adaptado pelo casal, porém geralmente segue uma ordem bem tradicional. Hoje, o mais frequente é:

  1. Noivo e mãe ao seu lado esquerdo;
  2. Pai do noivo com a mãe da noiva ao seu lado esquerdo;
  3. Casais de padrinhos da noiva e do noivo intercalados;
  4. Florista;
  5. Daminhas ou pajens com a aliança;
  6. Por fim, a noiva acompanhada do pai ao seu lado esquerdo.

Alguns casais optam pela entrada dos padrinhos antes do noivo. Também é comum os padrinhos e familiares da noiva se posicionarem do lado esquerdo do altar, e os do noivo, do lado direito.

foto: Renata Xavier

O cortejo ganha ainda mais dramaticidade e expectativa com as músicas escolhidas. A entrada da noiva ocorre sempre com uma música exclusiva, que ajuda a marcar o momento mais esperado pelos convidados.

Após a realização do casamento, os noivos costumam receber os cumprimentos dos padrinhos. Na sequência, inicia-se a saída que geralmente segue a ordem:

  1. Pais do casal;
  2. Casais de padrinhos intercalados;
  3. Daminhas, pajens e florista;
  4. Por fim, os noivos.

Como foi o seu cortejo? Conta pra gente nos comentários o passo a passo da entrada e saída o seu casamento. 💖


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Pajem e Daminha – Minha experiência

Oi Casamenteiras, tudo jóia?

Nos últimos trinta dias, eu e o marido fomos padrinhos de dois casamentos super especiais, e a Nina e o João foram convidados pelos dois casais para serem pajem e daminha.

Quando eu me casei, eu não fazia questão de ter a participação de crianças, mas a filhota de um casal de amigos se ofereceu para a posição de uma forma fofa e irrecusável e eu acabei tendo uma daminha linda e querida que fez parte do meu grande dia.

pajem e daminha

Eu me lembro que como noiva eu não tinha a preocupação dela não entrar na hora, com crianças podemos esperar tudo né? Mas como mãe do pajem e da daminha, eu fiquei apavorada com a ideia de eles travarem, não entrarem e estragar o grande dia de amigos tão queridos.

O primeiro casamento foi em São Paulo, em uma igreja enooooorme, com um caminho super comprido até o altar, daqueles que intimida até adultos, imaginem crianças. Eu fiz mil planos de levar as crianças na igreja antes para eles conhecerem e se ambientarem, mas não rolou. O que eu fiz para preparar eles foi colocar várias vezes a roupa que eles iriam usar em casa e treinar eles para andar devagar e um do lado do outro. Falamos muito do casamento, dos tios que iam casar, que eles estariam vestidos de príncipe e princesa, enfim, fizemos o que estava ao nosso alcance.

Eles estão com dois anos e dois meses, já entendem tudo, conversam, argumentam, mas ainda não sabem controlar seus sentimentos, e não conseguem seguir comandos com tanta facilidade.

No dia do casamento chegamos bem cedo na igreja, mostramos tudo para eles, deixamos eles explorarem tudo, caminhamos várias vezes até o altar. Eles ficaram com os meus pais enquanto eu e o marido entramos e subimos no altar. O ponto fraco da Nina é o meu pai, é um amor maluco que eles têm, ela não larga ele nem por um bolo de chocolate, e na hora de entrar, o João deu a mão para uma outra daminha mais velha e foi andando bem tranquilo, já a Nina estava entrando também, mas de mãos dadas com o vovô e quando ele soltou e disse para ela ir sozinha, ela não topou. Não entrou de jeito nenhum! Aprendemos o truque! O vovô tem que ficar no altar chamando ela.

Eu já contei para vocês que eu sou bem rígida com horários, desde quando eles eram bebezinhos temos uma rotina bem estabelecida, mas nessas ocasiões temos que relaxar e curtir, os pequenos após a cerimônia foram para a festa, dançaram, correram atrás das luzes no chão, comeram vários doces e foram embora quase meia noite! Uma loucura para a vida regrada deles, a festa era bem pertinho da minha casa, então quando o cansaço venceu os pequenos os vovôs levaram eles para o sono merecido.

O segundo casamento foi em uma fazenda em Itú, interior de São Paulo, fizemos a mesma preparação experimentando as roupas várias vezes, conversando sobre o casamento, contando que iria acontecer, tudo bonitinho. O horário ajudou bastante no bom humor dos pequenos, a cerimônia foi às 16h, logo após a soneca deles, ou seja, muito bom humor! Rsrsrs

pajem e damina

Eles estavam muito tranquilos, curtiram bastante a fazenda, galinhas, árvores, passarinhos, estavam super à vontade. O caminho até o altar era bem curto, eles conseguiam ver a mamãe e o papai com facilidade enquanto entravam. Também contamos com a ajuda dos meus pais (santos vovôs!) e eles tiveram apenas que ajudar eles a descer uma escada e pronto! Eles entraram lindos e soltinhos! Ficaram com a gente quietinhos durante a cerimônia e curtiram muito a festa!

Por ser mais cedo, nesse casamento quase conseguimos manter a rotina deles intacta. Eles almoçaram, tiraram a soneca e foram para a fazenda, jantaram no mesmo horário de sempre, (claro que comeram mal, com música e uma festa rolando quem quer comer?) dançaram, correram, brincaram até não aguentar mais, e por volta das 21h (hora de dormir em casa também) eu fui para uma sala reservada com eles, coloquei a fralda de dormir, pijama, mamadeira e foram para o carro, dormiram antes de sair da fazenda, estavam acabados e foram para a casa da vovó. Sucesso!

Minha conclusão é que tudo pode acontecer! Crianças são imprevisíveis, eu já vi bebês de um ano entrando como pajem ou daminha tranquilamente e crianças bem mas velhas dando um chilique daqueles! O que nos resta é treinar e torcer para dar tudo certo, e se não der, estar lá para dar um colinho e sem sentir culpa por nada, afinal, crianças são livres e é isso que tanto admiramos nelas, não é?

Beijos,

Kaká

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