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Chocolate ou Coelhinho?

Quem já não se pegou pensando em adotar um lindo coelhinho quando começa a se aproximar a Páscoa! A gente vê tantas imagens em chocolates, nas propagandas, nas festinhas e trabalhinhos da escola dos filhos que não tem como não passar pela cabeça – mesmo que rapidamente – essa ideia, né!

E é uma ideia bem legal: escolher ter um pet coelho como bichinho de estimação na Páscoa pode ser muito bom e divertido. Quem tem filhos também tem nesses bichinhos uma ótima opção! E ainda podemos usar como desculpa para não ganhar/comer aquele monte de chocolates, né!

Em geral, coelhos são dóceis, mansos, muito fofinhos, interagem com a gente e se adaptam super bem em qualquer ambiente! São ideais para quem vive em apartamento, pois seguindo todos os cuidados de higiene e manutenção da casinha (gaiola) eles praticamente não soltam odores! E o espaço que precisam para brincar não precisa ser tão grande!

Não seria nada mal trocar todos os chocolates que ganhamos na Páscoa por um lindo coelhinho… Olhem só:

coelhopascoa-1 Chocolate ou Coelhinho?

A alimentação deles é a base de ração, verduras e frutas. O Feno é um ingrediente bem importante na dieta dos orelhudos, que auxilia na digestão e ajuda a evitar doenças.

A casinha perfeita é uma gaiola feita exclusivamente para coelhos, ela possui uma toca no fundo que serve para aqueles momentos em que querem ficar mais reservados e quietinhos, escondidos do movimento da casa, eles adoram esse momento!

No chão da gaiola, coloque serragem, areia de gato ou jornal, para facilitar a limpeza que deve ser diária!

Uma coisa que descobri enquanto lia sobre eles é que chegam a ser mais fáceis de treinar que os gatos quando ao lugar onde devem fazer suas necessidades, basta um pouquinho de paciência e boa técnica, sem nunca dar palmadas, apenas mostrando o lugar certo e eliminando os odores dele dos lugares errados. Não quer dizer que vocês não encontrarão nenhum rastro pela casa, mas que é bem menos, dizem que é!

Detalhes importantes:

Quando seu novo bichinho de estimação chegar em casa, solte-o com calma e deixe ele se ambientar.

Quando for carregá-lo no colo, segure sempre pelo “cangote”, nunca pelas orelhas – pode machucar – e apoie nas patas, eles se sentirão seguros assim.

Coelhos sentem muito calor, deixe a gaiola em lugar bem arejado mas protegido da chuva e do vento. Em dias de muito frio, à noite, cubra a gaiola com um pano, para que não se resfriem.

Quando arrumar a casinha deles é importante ter um descanso de patas, que nada mais é que uma proteção de borracha ou madeira que vai na base da gaiola, isso evita lesões por ficarem muito tempo apoiados na grade.

Informações detalhadas sobre o que falei aqui e bem completinhas para quem quiser saber mais, nesses dois sites: Cias dos Coelhos e Quero meu coelho!

colagemcoelhospascoa Chocolate ou Coelhinho?

Eu tive um coelho quando era criança, ele era todo preto e chamava-se Frederico, era meu xodó… lindo e super parceiro, eu levava até pra escola (naquele tempo era permitido)! Bateu até uma saudade ao escrever!

Acho que vou começar a pensar na possibilidade, ando tão carente de bichinho de estimação!

E vocês, meninas? Trocariam os chocolates da Páscoa por um representante dela?

Contem pra gente nos comentários!

Via: Cia dos Coelhos

Fotos: Dreamstime, Pet Funnies  e Portrait Simple

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Obesidade em Cães e Gatos

Assim como em seres humanos, a obesidade em animais se define pelo acúmulo excesivo de gordura no corpo. É a doença nutricional mais comum em cães e gatos, leva a disfunções corporais e consequentemente reduz a expectativa e a qualidade de vida dos bichanos!

O que predispõe o ganho de peso é a ingesta excessiva de calorias e o baixo gasto de energia. Dieta caseira, petiscos ao pé da mesa e alimentação fora dos horários habituais podem ser os maiores vilões!

Informações importantes:

Normalmente, filhotes gastam mais energia e acabam tendo uma ingestão maior, enquanto animais idosos, fêmeas e castrados gastam bem menos energia e precisam ter sua dieta adaptada a essas condições. Não é legal deixar a ração toda a disposição, ou ceder sempre que eles aparecerem com aquele olhar “pidão” pra vocês! Mantenham a recomendação indicada para a idade e a raça deles e estimulem brincadeiras!

Animais em apartamentos ou que passam a maior parte do dia sozinhos tem mais propensão a obesidade, justamente por não terem companhia ou alguém estimulando-os a brincar!

Claro que o veterinário levará em consideração também o histórico do nosso pet, características, raça ou doenças pré-existentes que podem interferir e causar esse ganho desproporcional de peso. Mesmo tendo um veterinário a disposição, é nossa responsabilidade ficarmos atentos aos primeiros sinais, até porque é assim que poderemos  ajudar a evitar as maiores complicações da obesidade: diabetes tipo 2, doenças respiratórias e cardíacas, osteoartrite, hipertensão e câncer.

obesidadepets1-1 Obesidade em Cães e Gatos

Existem programas de exercícios e dietas prescritos por veterinários que tem resultado muito positivo no tratamento da obesidade, mas podemos tomar iniciativas com algumas ações simples! Isso vale como prevenção, assim como nós não devemos nos entregar ao sedentarismo, nossos pets também devem ser estimulados a manter um equilibrio saudável entre as brincadeiras e a alimentação!

No caso dos gatos, procurar estimular com brincadeiras de caça, brinquedos que atraiam a atenção deles, colocar a ração mais distante dele ou num lugar mais alto, que faça-o andar além do habitual já ajudará na perda de peso. As vezes é um processo lento, mas necessário!

Para os cães também é preciso estimular brincadeiras e caminhadas. E se vocês tem o hábito de correr, levem-os para correr junto, façam com que eles se exercitem e gastem as calorias excedentes!

Detalhes que devem ser levados em conta:

Gatos: são preguiçosos por “natureza” – sim, mas nem tanto! Não deixem que isso mascare possíveis problemas de obesidade. Por serem mais letárgicos ou mais preguiçosos, o problema pode passar despercebido. Se notar que seu gato, que era super brincalhão, anda ficando muito tempo deitado, praticamente naquela vidinha de “comer e dormir” e quase não brinca mais, procure logo um veterinário!

Cães: no caso deles o que acontece é que nem sempre é só uma ingesta maior de calorias que causa a obesidade, cães são suscetíveis a doenças como hipotireoidismo por exemplo, que podem ser responsáveis pelo ganho excessivo de peso. Por isso é tão importante que o veterinário faça o acompanhamento. Não dá para simplesmente diminuir a alimentação, tem que investigar as causas sempre, do contrário, ao invés de ajudar seu bichano, você pode estar causando mais problemas!

Aqui tem uma tabela super completa com as características e alterações em relação ao peso, vale a pena analisar e comparar com seu pet em casa!

Lembrando que o essencial é que sejamos responsáveis com saúde deles, assim como devemos ser com a nossa!

Procurar um veterinário (essa dica sempre vai estar presente) é fundamental para que tudo ocorra da maneira correta, do diagnóstico ao tratamento, tudo deve ser supervisionado por esse profissional. Dietas, exercícios e algumas recomendações especiais para cada caso devem vir destes profissionais sem dúvida nenhuma, pois é a vida – e a qualidade de vida – do seu pet que está em jogo!

obesidadepets2 Obesidade em Cães e Gatos

Via: Pet Shop AuqmiaCachorro Ideal e Pet Obesity Prevention

Fotos: Westbridge Veterinary Hospital

 

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Hamster – Dicas e cuidados

Hamster é um bichinho muito fofo, né… Quem já não viu em filmes, desenhos e afins esses pequenos roedores, geralmente acima do peso, roendo literalmente tudo que encontram de comida? Pois é, agora falando sério, são animais de pequeno porte, que exigem pouco espaço, o que torna a opção ideal para quem mora em apartamentos, mas claro que requer alguns cuidados – isso não tem como escapar – como todo animal de estimação, né!

Pesquisei algumas informações bem importantes para quem está pensando em ter um, mas é legal ir atrás de mais informações, principalmente com quem tem ou já teve um em casa, pois certamente terá experiências pra dividir com vocês!

Pra começar, informações de profissionais:

Os Hamsters são roedores pertencentes á subfamília Cricetinae, que contêm cerca de 18 espécies diferentes.

Dessas, cinco são domesticadas e vendidas como animais de estimação.

O seu nome vem do alemão “hamstern”, que significa “guardar”, uma vez que muitas espécies possuem bochechas dilatáveis na qual eles carregam comida e forragem para serem guardadas em sua toca.

Em seu habitat, eles vivem em tocas subterrâneas durante o dia para evitar serem capturados por predadores.

A sua dieta contém uma grande variedade de alimentos, como frutas, nozes, vegetais e insetos.

Todas as espécies possuem grande dentes incisivos que estão em constante crescimento e necessitam estar sempre roendo algo para evitar que cresçam demais.

São pequenos e com a pelagem variada, com cores entre cinza, caramelo, branco, preto e malhado.

São roedores muito sociáveis, mansos e muito ativos.

hamster1-1 Hamster - Dicas e cuidados

Se você escolher ter um desses em casa, observe alguns cuidados que terá de incluir na sua rotina:

Cuidados com a limpeza e escovação do animal: São dispensáveis banhos em seu animal. A não ser que ele esteja realmente muito sujo e mal-cheiroso, você pode passar uma toalha úmida sobre ele e depois secá-lo usando outra toalha. Atenção: nunca passe talco ou sabão em seu hamster ou molhe sua cabeça!
A escovação em hamsters não é muito importante, apenas deixa-o mais bonito e pode limpar seu pêlo. Ele também pode gostar que você escove suas costas. Use uma escova de dentes com cerdas macias (pode ser uma não usada mais) e não use água.

Cuidados com as unhas e dentes do hamster: Os dentes dos hamsters crescem continuamente, sem parar. Por isso, a ração dada aos hamsters deve ser dura, para que eles gastem seus dentes. Ela deve incluir sementes, grãos e pedaços de biscoito para cachorro duros. Também é recomendável dar galhos de árvores frutíferas para eles roerem ou outros acessórios especiais que podem ser encontrados em alguns Pet Shops.
As unhas dos hamsters podem incomodar um pouco quando você for segurá-lo. Se elas estiverem muito grandes e estiverem arranhando muito, você pode forrar uma parte da gaiola com lixas para que ele apare as unhas ou então pode levar a um veterinário especializado para o corte das mesmas.

Cuidados com o local onde a gaiola vai ficar: A gaiola deve ficar longe de correntes de ar intensas. É recomendável ficar no interior de cômodos onde a janela fique fechada, nunca na parte externa.
A gaiola deve ficar longe da exposição solar.
A gaiola deve ficar longe de tintas, produtos de limpeza e combustíveis que exalem um cheiro muito forte. Isto pode acarretar alergias e doenças.

Cuidados diários: Mantenha sempre água fresca, limpa e abundante à disposição do animal.
Renove sempre a quantidade de comida do hamster.
Mantenha sempre à disposição do hamster papel higiênico sem cheiro e/ou algodão para que ele construa seu ninho.

Cuidados semanais: Troque a serragem e lave as partes principais da gaiola e seus acessórios com sabão neutro e água. Os potes de água e comida devem ser limpos somente com água.
(Caso queira manter a gaiola sempre com cheiro agradável, essa troca pode ocorrer mais de uma vez por semana)

Cuidados mensais: Troque a serragem e dê uma lavada rigorosa em toda a gaiola com sabão neutro e água. Os potes de água e comida devem ser limpos somente com água.

Quando for pegá-lo para brincadeiras: Antes de segurar seu hamster, lave sua mão com sabão neutro. Se sua mão tiver cheiro de comida, seu hamster pode mordê-lo acidentalmente, pois a visão deste roedor é muito ruim.
Segure-o em cima de uma mesa ou em locais baixos para que no caso de seu hamster cair não haja ferimentos.
Não segure-o demais. Volte-o na gaiola algum tempo depois, para que ele não fique irritado.
Hamsters do tipo anão russo e roboroviski são caracterizados pela grande atividade. É difícil portanto segurá-lo pois ele pode pular da sua mão, o que pode ser fatal. Evite portanto segurá-lo por muito tempo e deixá-lo na mão de crianças.

Quando for soltá-lo para passeios:
 Solte-o em locais onde não existam riscos de choques elétricos, quedas, queimaduras, etc. Fique sempre vigiando o hamster para que ele não entre em locais inacessíveis, onde você não poderá pegá-lo depois.
É recomendável usar uma pequena coleira para evitar que ele fuja ou rodas de exercício do tipo esfera, onde ele poderá andar sem risco de entrar em locais pequenos ou se acidentar. Se não tiver esses dois acessórios, tome o máximo de cuidado possível.
Solte-o dentro de casa, em quartos por exemplo. Não solte-o no quintal ou fora de casa. Você terá poucas chances de recuperá-lo depois.

 

Bem, são algumas informações que podem tanto ajudar na decisão quanto esclarecer dúvidas de quem já tem um hamster em casa! Acho que dá para ter uma boa ideia de como é ter um animalzinho desses em casa! Dá trabalho sim, exige tempo e dedicação também, como todos os outros bichinhos de estimação e a gente tem que ter essa disponibilidade para eles, do contrário, é melhor não tê-los!

Agora, que são umas fofuras, isso não tem como negar!!!

hamster2 Hamster - Dicas e cuidados

 

Via: Clínica Veterinária Happy Dog e Hamster Friend

Fotos: Pinterest

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Regurgitação e Refluxo – Dicas e cuidados

Muitos bebês apresentam regurgitação ou refluxo após as mamadas, mas apenas uma pequena porcentagem desses eventos é considerada grave ou necessita de algum tratamento.

postrefluxo2 Regurgitação e Refluxo – Dicas e cuidados

Tanto bebês que recebem leite materno quanto os que recebem fórmulas em pó podem apresentar regurgitação ou refluxo. A diferença está nos sinais que devem ser observadas por nós, mais abaixo explico melhor!

Bem, levando em conta que a saúde do nosso bebê é um cuidado fundamental, quanto mais informação nós tivermos, melhor será nosso entendimento e preparo para buscar a devida orientação.

postrefluxo1 Regurgitação e Refluxo – Dicas e cuidadosRefluxo ou Regurgitação. O que é? Como acontece?

“O esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. Na sua parte inferior existe um esfíncter que se abre para a passagem do alimento e se fecha para que o alimento não volte.”

É importante observar que em bebês muito novinhos, essa válvula (esfíncter) ainda não está completamente desenvolvida, sendo que até os seis meses de vida, esse evento pode ser considerado normal. O bebê apresenta pequenos vômitos, tosse (como quando dizemos que o alimento “entrou pelo buraco errado”) e soluços.  Entre seis meses e um ano, o desenvolvimento desse sistema deve estar completo.

Refluxo Gastresofágico: se dá quando essa válvula responsável por não permitir o retorno dos alimentos do estômago para o esôfago falha, fazendo com que o bebê devolva o leite e outros conteúdos gástricos em forma de vômitos.

Regurgitação: É o refluxo fisiológico. Todos os sinais descritos mais acima, quando sem exageros, em pequenas quantidades e mais espaçados, que não afetam o desenvolvimento do bebê, são considerados normais. É o pequeno “arroto” após as mamadas, ou vômitos em forma de “queijinhos”.

Na verdade, o refluxo gastresofágico é um problema que se apresenta tanto em bebês e crianças maiores quanto em adultos. Mas claro que com os bebês a atenção deve ser redobrada.

O refluxo é considerado uma doença quando, principalmente após esse período, ainda está frequente, em grande quantidade e permanecendo por longos períodos, você passa a notar que seu bebê não está aceitando bem a alimentação, fazendo com que seu desenvolvimento fique prejudicado.

Esse processo de repetição do refluxo pode causar esofagite, que é a inflamação do esôfago, fazendo com que os pequenos realmente se desinteressem pela alimentação. Sempre procurem o pediatra para esclarecer as suas dúvidas.

Alguns sinais que você pode observar:

  •       Perda ou não ganho de peso;
  •       Crescimento estacionado;
  •       Irritabilidade;
  •       Choro persistente;
  •       Não aceitação dos alimentos;
  •       Alteração no sono;
  •       Complicações de ouvido, nariz e garganta;

É fundamental que tenhamos o costume de observar nosso bebê, de modo a perceber rapidamente qualquer alteração nos seus hábitos e nas suas características.

Após os seis meses de vida, de acordo com o seu desenvolvimento, a válvula já está com seu funcionamento estabelecido, já “amadureceu”. Além disso, o bebê já consegue se firmar melhor, ter uma postura mais ereta que vai facilitar a ingesta. Ele também estará experimentando novos alimentos, mais sólidos, fazendo com que o refluxo seja reduzido gradativamente, até desaparecer por completo.

O Refluxo Gastresofágico pode trazer complicações?

A maioria dos refluxos em bebês se cura sozinha, após um ano de idade. Porém, devemos sempre ficar atentos, e algumas situações devem ser observadas por nós: quando o alimento volta a boca do bebê, pode acontecer de ele não conseguir expelir uma parte e isso faz com que ele não consiga respirar –  isso se chama apnéia. Ele também pode aspirar (respirar o conteúdo) para os pulmões, podendo causar uma pneumonia. As duas situações são consideradas graves. Para tentar evita-las, existem alguns cuidados que devemos ter, eles estão listados abaixo.

Dicas que podem ajudar as mamães:

  •       Não deixem de amamentar no peito por causa dos episódios de refluxo, a não ser por recomendação médica;
  •       Peça orientações. Aprenda a forma correta de amamentar, pois isso ajuda o bebê a não engolir tanto ar nas mamadas, diminuindo as regurgitações;
  •       Após as mamadas, coloque seu bebê em pé, no colo – barriga com barriga – até que ele “arrote”, por no mínimo 10 minutos até coloca-lo de volta no carrinho ou no berço;
  •       Se seu bebê recebe leite em mamadeiras, supervisione as mamadas, nunca o deixe sozinho nem por um minuto;
  •       Fracionar as mamadas: menor quantidade mais vezes ao dia, para evitar a distensão abdominal e gases que podem provocar também cólicas – muitas mamães preferem oferecer mamadas longas, para tentar otimizar seu dia e não precisar acordar várias vezes à noite, pois é extremamente cansativo, mas para o bem dos bebês, essa recomendação deve ser levada em conta;
  •       Deixar o carrinho ou o berço em posição elevada no tronco e cabeça ajuda a evitar que o leite retorne, facilitando o que os médicos chamam de esvaziamento gástrico e reduzindo a acidez do estômago;
  •       Utilize travesseiros para fazer essa elevação, já existem travesseiros antirrefluxo, assim como as mamadeiras;
  •       Em crianças maiores, devemos evitar oferecer alimentos gordurosos, chocolate, refrigerantes, iogurte e frutas ou sucos ácidos;

Já existem no mercado algumas opções de produtos antirrefluxo, como travesseiros e mamadeiras, que podem ser consideradas, fale com o pediatra do seu bebê sobre isso;

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Há medicamentos e cirurgias como opção de tratamento para Refluxo Gastresofágico, mas se adotarmos esses cuidados em casa, as chances de precisar recorrer a esses tratamentos é mínima, quase nula. O que é muito bom para os pequenos!

Independente das informações postadas aqui ou das demais que encontramos pela internet, sempre procure um médico de confiança, especializado, que poderá ajudar a tirar dúvidas e tomar a melhor decisão. E seu bebê se desenvolverá lindo e saudável como deve ser!

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 Via: Guia do Bebê e Baby Center

Imagens: The Parenting Magazine, Lifeway, Cute Baby Pictures

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