desenvolvimento infantil


{Gravidez} Conversando com o bebê

Toda mãe conversa com o seu bebê ainda na barriga, com aquela voz mansinha, contando o quanto ele é esperado e já amado por todos. E a gente sabe que eles ouvem, alguns até se acalmam ou ficam nervosos, dependendo do tom da fala da mãe. Em algumas situações, até a voz do pai é percebida pelos bebês.

newborn-headphone

Mas o que a gente não sabia ainda é que eles lembram disso depois que nascem! Um estudo publicado este ano mostrou que recém-nascidos conseguem lembrar de palavras que ouviram ainda na barriga da mãe. Pesquisadores de Helsinque, na Finlândia, monitoraram o comportamento de bebês antes e depois do parto. Um grupo foi submetido a repetições de fonemas simples, como “ tatata”, e outros não receberam estímulos específicos.

Cinco dias depois do nascimento, os bebês ouviram de novo os mesmos fonemas, com sua atividade cerebral monitorada. O que os pesquisadores perceberam foi que os bebês que receberam o estímulo sonoro antes de nascer tiveram um aumento da atividade cerebral, inclusive respondendo à mudanças na entonação dos fonemas.

Ou seja, eles prestam atenção e reconhecem as palavras que ouviram no ventre, se familiarizando com a língua nativa desde antes de nascer. Para os pesquisadores, esse estudo possibilita a criação de métodos para auxiliar no desenvolvimento prematuro da audição e até compensar dificuldades como a dislexia. Legal, né?

Fonte: Zero Hora

Foto: Expressive Moments

Leia mais...
Casare - Seu Site de Casamento mais Elegante!

O dilema do andador

Quando o assunto é andador o papo sempre é polêmico. Alguns pais super aprovam e recomedam, outros proibem que qualquer pessoa coloque seu pequeno no brinquedinho. Pesquisando na internet sobre o assunto encontrei este artigo no Baby Center. Leia e depois compartilhe sua opinião!

Colocar um bebê num andador é como dar uma Ferrari a um adolescente: o risco de acidente é enorme. Tanto que, em abril de 2007, o Canadá proibiu esse tipo de equipamento. Dados britânicos também mostram que o andador é o equipamento infantil que mais provoca acidentes e lesões, em especial devido à velocidade que os bebês podem atingir. A maioria dos acidentes acontece quando o bebê tromba em alguma coisa, encontra um degrau ou um obstáculo e o andador vira. Um simples sapato ou brinquedo no meio do chão já pode causar esse tipo de acidente. Em geral, a primeira parte do corpo do bebê a ser atingida em um acidente com andador é a cabeça, podendo haver traumatismos cranianos de diversas proporções – desde leves, sem consequências, até bem mais graves e, em casos extremos, fatais.

Outro perigo é a falsa sensação de segurança que o andador transmite a quem está tomando conta da criança. Como ela está presa no andador, as pessoas tendem a deixá-la por mais tempo sozinha, quando na verdade deveria acontecer justamente o contrário. O bebê provavelmente fica mais seguro se está no chão, desde que o ambiente tenha sido preparado para ele. Além disso, os andadores não contribuem nada para a criança aprender a andar. Na verdade, podem até atrasar um pouco o processo. Para atingir os marcos do desenvolvimento, o bebê precisa passar pelas fases de rolarsentarengatinhar (é verdade que alguns pulam essa fase) e brincar no chão. Segundo o pediatra Paulo Sérgio de Barros Ferreira, “os estímulos proporcionados pelo andador são inadequados quando comparados com aqueles mais instintivos dados pelos pais que acompanham a criança nos seus primeiros passos”. “Algumas crianças que utilizam andador por muito tempo tornam-se mais inseguras no momento em que precisam andar sem qualquer apoio, demorando mais tempo ainda para poder andar sozinhas”, diz o médico. Se você quiser mesmo usar um andador, leve em conta que eles só são adequados para bebês de mais de 9 meses, que já sentem e engatinhem, e que a criança deve ficar sob vigilância máxima quando estiver nele. Além disso, o tempo de uso precisa ser limitado.

No site da Uol, encontrei um outro texto: “A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realizou um estudo com 40 crianças (metade usou andador e outra metade não) e concluiu que o andador não traz benefícios e nem prejuízos quanto ao desenvolvimento motor da criança. Uma das principais restrições ao andador dizia respeito ao alto número de acidentes que ele pode provocar, mas percebemos que isso é consequência da negligência dos pais. Independentemente do uso do andador, eles devem estar sempre atentos aos filhos nessa fase de exploração e descobertas”, afirma Marisa Mancini, orientadora do projeto do Departamento de Terapia Ocupacional da UFMG.” O artigo também lembra que há outro tipo de andador em que a criança só se apoia e empurra. Estes também podem acarretar acidentes, mas em menor proporção e gravidade do que os anteriores. Não chega a velocidades grandes. E se a criança escorregar é mais difícil que a cabeça seja a primeira parte do corpo a tocar o chão.

O que acabo concluindo é que melhor mesmo é deixar o bebê explorar e se divertir no chão.

Mas e você o que acha? Responda a enquete e conte sua experiência nos comentários.

Foto: Chicco

Leia mais...

Estimulando a leitura desde bebês

A ideia de escrever esse post veio depois que li uma entrevista com uma psicologa sobre o assunto, como sou uma amante da literatura e defensora dos livros, achei que seria interessante dividir minha opinião com vocês, espero que gostem e compartilhem com a gente, comentando as experiências que já tiveram, ok?

Agora, me digam se tem coisa mais fofa que um bebê tentando “fazer amizade” com os livros? Eles reviram, amassam, olham, mordem, arrancam folhas… é uma explosão de sentidos para os pequenos!

Acho uma delícia quando eles começam a descobrir esse mundo! E não, eles não precisam saber ler, e nem saberão nessa idade (só se forem superdotados, mas aí é outra história, né), mas o prazer que eles tem em tentar desvendar o mistério de tantas folhas, tantas cores e texturas é incrível mesmo!

Para os bebês mesmo o legal é oferecer livros que podem acompanhá-lo em todas as aventuras: banho, hora da papinha, piscina… Qualquer hora é hora de estimulá-los a conhecer esse universo! Assim pode começar uma paixão por livros, primeiro pelo tato, depois pelas imagens e em seguida, pelas primeiras letras que logo formarão palavras e sons que ele mesmo vai descobrir! Não é o máximo esse desenvolvimento?

Me lembro de quando pequena sempre ter alguém lendo histórias para mim antes de dormir. Eram contos de fadas, de dragões, histórias sem pé nem cabeça criadas na hora por meus pais, e isso me proporcionava uma curiosidade que fazia com que desejasse ouvir mais e mais, e conforme fui crescendo, queria eu mesma descobrir a mágica naquelas páginas! Então, essa também é uma parte legal do desenvolvimento infantil, você estimular – mesmo que não curta muito o hábito da leitura – seus pequenos, ensinando-os a amar os livros e a literatura!

E tem livros incríveis nas prateleiras das livrarias, só é preciso paciência e tempo para encontrar o que mais vai agradar e cuidar também a faixa etária, para não assustá-los, claro! Se possível, quando maiorzinhos, leve-os juntos e deixem eles explorarem a livraria com vocês!

Eu acho que é um caminho que merece ser destacado, um hábito a ser inserido com vontade, desde bem bebezinhos mesmo… rasgando, mordendo, amassando! Com certeza fará diferença lá na frente, quando estiverem na escola e até quando forem adultos de opinião formada e tal!

Adoro quando as mamães preparam o quartinho dos seus bebês já com um espaço de leitura que é na verdade o mesmo espaço das brincadeiras, porque ler tem que ser divertido! Acho bem válida a ideia, espalhem almofadas, deixem caixinhas com livros à disposição deles, estando disponível, eles mesmos descobrirão o tesouro!

E vamos combinar que a variedade é tão grande hoje em dia que não tem desculpa para não fazer várias coleções para os pequenos, né! Tem livros de plástico, de pelúcia, que emitem sons, texturizados, com histórias para todas as idades e todos os gostos!

Deem uma passadinha na livraria favorita de vocês e garimpem o que tem de lançamento para eles, é uma verdadeira perdição… num ótimo sentido, claro! E transformem seus bebês em futuros leitores felizes! Parece slogan mas é a pura verdade!

Fotos:  Livros Pedagógicos e Divulgação

Via: Bebê Abril

 

 

Leia mais...
Facebook Twitter Instagram Pinterest RSS Facebook Twitter Instagram Pinterest RSS