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21 fatos sobre a felicidade no casamento

Quer saber qual é o segredo da felicidade de um casal? Esse infográfico mostra de forma divertida o resultado de uma pesquisa científica bastante séria com vários casais.

Os fatos podem nos ajudar a repensar nossos relacionamentos e inclusive os próximos passos. E claro, nem tudo a gente concorda, mas em boa parte eles têm razão.

O infográfico está em inglês, mas é bem fácil de entender e a gente traduz lá no final:

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A ciência por trás de um relacionamento feliz

– Os casais felizes contabilizam 5 interações positivas para cada 1 negativa

– Casais que se separaram recentemente tinham apenas 0.8 interações positivas para cada 1 negativa.

– O fator determinante para os casais se sentirem satisfeitos com o sexo, romance e paixão em seus casamentos é, por 70% deles, a qualidade da amizade entre eles.

Casais felizes falam mais: pessoas com casamentos bem sucedidos passam juntos e conversando 5 horas a mais em uma semana do que a média.

Cultive interações positivas todos os dias.
Dê um elogio.
Mostre seu apreço por alguma coisa, seja ela grande ou pequena.
Reviva lembranças divertidas.
Faça alguma coisa agradável para o seu par.

– No quarto
Crie tempo para intimidade: os casais mais felizes fazem sexo de 2 a 3 vezes por semana.

Mais sexo = Mais Felicidade: as pessoas estão 55% mais suscetíveis a declarar altos níveis de felicidade quando eles fazem sexo a cada poucos dias.

O impulso do “Uma vez por semana”
Fazer sexo uma vez por semana faz com que as pessoas fiquem 44% mais propensas a terem pensamentos positivos.

– Como você responde aos triunfos?
No que diz respeito à fortalecer sua relação, estudos mostram que o fator mais crucial é como você celebra as boas notícias do seu parceiro.

Eles (os casais felizes) mostram entusiasmo
Perguntam coisas
Parabenizam o parceiro
Revivem a experiência com o eles

Um estudo mostrou que as pessoas que faziam isso 3x ao dia por uma semana aumentaram a sua sensação de felicidade e sentiram-se menos deprimidas.

– Casais que tiveram novas experiências juntos reportaram sentir-se mais amáveis e compreensivos com o outro e mais satisfeitos com os seus casamentos.

Compartilhe uma experiência

Saia para uma caminhada noturna
Jante em um novo restaurante na cidade
Explore um lugar em que vocês nunca estiveram
Cozinhem juntos
Vá a um show com ele

– O Efeito Michelangelo
Casais em relações felizes trazem à tona o melhor um no outro. Eles ajudam um ao outro a tornarem-se suas versões ideais.

– Lembra daquela vez que a gente morreu de rir…
Em um estudo, foi pedido a alguns casais que contassem um momento em que eles riram juntos. Nestes casais foi identificado um maior nível de satisfação com suas relações do que aqueles que falaram apenas sobre um momento positivo.

– Qual é o seu estilo de brigar?
Quando casais felizes brigam, eles tentam neutralizar a tensão:
mostrando humor
expressando afeição
cedendo a certos pontos abordados pelo parceiro

Casais infelizes tendem a fazer o seguinte quando brigam:
criticam
mostram desprezo
reviram os olhos
agem na defensiva
recorrem a xingamentos
desligam

– Casamento e a sua felicidade
Baseado em um estudo britânico de 20 anos, as pessoas que são mais felizes em seus casamentos:

Estão casadas há 5 anos ou menos
Não têm filhos
Têm diploma universitário e o marido está empregado

– O casamento leva a um grande impulso na felicidade por 2 anos, na média. Depois disso, o nível de felicidade dos casais tende a voltar onde ele estava antes do noivado.

– Um casamento feliz equivale a um adicional de $ 105 mil (dólares) ao ano em termos de satisfação.

– A experiência da morte de um dos companheiros é como perder $ 305.780 mil (dólares) em um ano.

– Porque nos casamos?
Casais norte-americanoso revelam porque eles se casaram:

93% Por Amor
87% Para ter um compromisso por toda a vida
81% Pelo companheirismo
59% Para ter filhos
31% Pela estabilidade financeira

– Pense Positivo
Casais que conseguem circundar seu casamento de positividade tem 94% a mais de chance de ter um futuro feliz juntos.

– Como as crianças impactam na felicidade do casal?
Imediatamente após o nascimento do primeiro bebê:

33% se sentem satisfeitos (ou mais satisfeitos) que antes.
67% vivem uma grande queda na satisfação matrimonial

– Casais casados são mais infelizes quando as crianças estão na pré-escola.

– Os níveis de felicidade aumentam de novo assim que o filho mais novo chega à idade adulta.

E aí meninas, concordam? Boa parte faz todo o sentido, mas a parte ali dos filhos é meio deprê, né? Tem que levar em consideração a realidade dos países também, e uma série de outros aspectos. Mas é um bom guia para testar a saúde do seu relacionamento!

Fonte: 9gag

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Filhos: um vício!

Adorei este texto que li no blog Mães Online da minha querida amiga Flávia. Achei super divertido e me identifiquei em vários trechos. Não sei se é porque sou formada em psicologia que achei o texto muito bem escrito, parece que estou lendo algum transtorno do DSM – kkkkkk. Leiam e depois comentem o que acharam!!

meus-filhos Filhos: um vício!

Existe um lugar comum que define a chegada de filhos na vida de um casal como um momento de “careteamento”, quando os novos pais deixam as loucuras do passado pra trás, tornando-se mais sérios e responsáveis. Qualquer um que tenha filhos sabe que isso é uma bobagem. A grande verdade, que ninguém diz porque iria constranger cidadãos de bem, é que filhos transformam os pais em dependentes químicos, em junkies, em verdadeiros alucinados.

Filho é um vício, uma viagem sem volta, um fator de altíssima dependência que causa todo tipo de efeito colateral. Isso é especialmente visível nos primeiros meses de vida do bebê. Olhe para pais recentes: olheiras profundas, cara de acabados, explosões de mau humor, alienação da vida social, total desinteresse por outros assuntos que não o seu pequeno e completo desprezo pelas normas sociais no jeito como se vestem. Nessa época, os pais sofrem de privação de sono, paranóia (“será que ele tá respirando? será que vou conseguir ensinar alguma coisa pra ela?”) e indícios de transtornos obsessivos (“ferver a água duas vezes é suficiente?”). O fato de se cercarem de objetos e roupinhas coloridas com animais falantes e personagens infantis mesmo quando os filhos não conseguem distinguir direito formas e cores mostra a extensão do seu descolamento da realidade. É um espetáculo grotesco.

Com os bebês crescendo, o comportamento desajustado continua e se aprofunda. Os pais acham normal andar vomitados por aí, cantar a plenos pulmões músicas sobre sapos que não lavam o pé, dançar em momentos inadequados e falar sem parar durante horas (sobre os filhos). Ficam em rodinhas nas quais só são aceitos os parceiros de vício e as conversas são recheadas de códigos próprios. Compartilham visões lisérgicas de brinquedos que falam, dinossauros roxos, cachorros vermelhos gigantes, turmas de animais aventureiros, mundos alternativos que só fazem sentido para os junkies com quem andam. Os que não estão na mesma pilha são vistos com desdém. Casais sem filhos, especialmente, costumam ser tratados como seres inferiores. Aliás, o delírio de grandeza de quem tem o vício dos filhos toma ares místicos. É comum você ver pais beijando machucados de filhos como se tivessem poder de cura e assoprando alimentos sujos como se o seu sopro fosse purificador. Mas a euforia não dura o tempo inteiro. Quando não estão com as crianças, os viciados se jogam em sofás num estado de pura letargia, abrindo mão de projetos que antes os entusiasmavam e que faziam deles membros produtivos da sociedade. Agora eles vivem apenas para alimentar e fazer crescer seu vício. Como toda droga, os filhos tem seu efeito mais potente nos primeiros dias de uso. Os pais de um recém nascido tem os olhos vidrados, um discurso riponga de paz e amor, e o depoimento constante de que tudo está diferente, mais brilhante. Com o tempo, é preciso drogas mais pesadas e complexas para sustentar esse barato. Demora para que os pais encontrem algo à altura dos filhos e que cause tamanho prazer depois de tantas experiências intensas ao longo dos anos. Mas as autoridades sabem que todo pai e toda mãe, após duas ou três décadas de uso de filhos, vive em busca de repetir o prazer da primeira viagem e logo logo acabam caindo nas garras de uma outra droga, ainda mais pesada, que faz pessoas experientes agirem de maneira ainda mais abestalhada e inconsequente. Você já deve ter ouvido falar por aí. Chama-se “netos”.

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Qual o livro certo para seu bebê?

Ler é um hábito mais do que saudável e você pode acostumar seu bebê desde a gravidez! A gente reuniu algumas dicas de como incluir os livros na rotina do seu pequeno.

popup3 Qual o livro certo para seu bebê?

Durante a gravidez – leia livros mais leves e que te possibilitem falar em voz baixa com o seu bebê. É importante que ele já se acostume com a voz da mamãe e do papai.

De 0 a 6 meses – Estimule os sentidos! Aproveite livros com cores, formas e texturas. Você pode até usar aqueles livros de banho que são todos fofinhos e ajudam a acalmar seu filho na banheirinha.

De 6 meses a 1 ano – Você pode continuar com os livros texturizados e de banho, mas aproveite para ensinar seu pequeno a virar as páginas.

De 1 a 2 anos – ajude seu bebê a alimentar o lado lúdico, prefira livros com desenhos e pouco texto. Faça esse momento ser algo especial entre vocês.

De 2 a 3 anos – leia devagar, pois a criança já é capaz de acompanhar a estrutura narrativa. Além disso, ela está aprendendo as palavras, então tenha certeza de que ela está entendendo tudinho!

De 3 a 5 anos – você pode optar por histórias mais elaboradas e com finais que levem a ensinamentos.

De 5 a 7 anos – É um ótimo momento para estimular o raciocínio da sua criança, além disso você pode variar os temas e brincar de fazer ela ler para você. Assim você a ajuda com as palavras que ainda tem dificuldade e mostra que confia nela para fazer as coisas por si só.

Aproveite esse momento em família para mostrar ao seu bebê a importância desse hábito!

Fonte:
Bebê

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Cartinha para o Papai Noel

Seus filhotes já escreveram as cartinhas para o Papai Noel? Aproveite essa última semana que ainda dá tempo! Essa é uma atividade super divertida que vai fazer as crianças esperarem ainda mais ansiosas pela noite de natal e pela chegada do bom velhinho.

 cartinha_01 Cartinha para o Papai Noel

Seu filho ainda não sabe escrever? Ele pode ditar a carta enquanto você escreve. Ai ele só assina. Outra alternativa bacana é deixar que ele desenhe algumas partes da cartinha. Ou ainda preencher lacunas com as principais informações: Se foi um bom menino, o endereço da casa e, claro, o presente que quer ganhar!

 cartinha_02 Cartinha para o Papai Noel

Ainda sobre as cartinhas, uma campanha bem legal que acontece todo ano é a “Papai Noel dos correios”, com ela você tem a oportunidade de ser papai Noel por um dia, funciona de uma forma super simples, você vai até uma agência participante, escolhe a cartinha que quer adotar, compra o presente e leva até à agência de novo. Os correios mesmo se encarregam da entrega!  Se você quiser participar, dá uma olhadinha no site da campanha e veja as agências e datas limites pra adoção e entrega!

cartinha_03 Cartinha para o Papai Noel

Por Karen Melzer

♥♥♥

Fotos via: The tom kat studio, Molly MooMartha Stewart  e Birds Party

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{Aniversário de Menino} Festa do Surf

A festa de aniversário de 2 anos do Gustavo foi demais!!!! O tema escolhido?? Surf. Eu amei a escolha e com certeza o Rafa ainda vai ter uma festinha assim!! Adriana, a mamãe, quem cuidou de todos os detalhes.

Logo na entrada tinham colares e tiaras para as meninas e camisas floridas para os meninos vestirem e entrarem no clima da festa. O coqueiro e as pranchas foram feitos pelo vovô do Gustavo. Não é o máximo isto? Dá para ver que foi tudo feito com muito carinho e capricho: Parabéns!!!

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festa-surf7 {Aniversário de Menino} Festa do Surf

festa-surf4 {Aniversário de Menino} Festa do Surf

 Por Karen Melzer

♥♥♥

Ficha técnica

Fotos: Adriana Goes
Bolo e cupcakes: Cakes and Sweets
Doces enrolados: Doce Marmita
Bexigas: Selma Balões

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